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Com cortes nos programas de vacinação, país vive caos de retorno a doenças erradicadas

Mensagem por Rsilva » 07 Jul 2018, 14:43

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Com o corte de verbas para os programas de vacinação, o Brasil vive um momento dramático de retorno de todas as doenças erradicadas décadas atrás. Em Manaus, um bebê de sete meses morreu em decorrência de sarampo e a situação na capital do estado do Amazonas é de emergência: 271 casos confirmados e 1.841 suspeitas.

Um bebê de sete meses foi a primeira vítima fatal do sarampo em Manaus. A ocorrência foi confirmada pela prefeitura de Manaus nesta quinta-feira, 5, após resultado da sorologia realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen/AM). Segundo histórico médico, o menino não havia sido vacinado.

O bebê apresentou os primeiros sintomas como febre, exantema, tosse e coriza no último dia 23 e foi internado no Hospital e Pronto Socorro Infantil João Lúcio, na zona leste de Manaus, após agravamento do quadro. Ele morreu três dias depois.


Leia mais aqui: https://saude.estadao.com.br/noticias/g ... 0002389050

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Mulher nos EUA quebra a perna e implora para que não chamem a ambulância por causa do preço

Mensagem por Rsilva » 07 Jul 2018, 22:41

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"Você sabe quanto custa uma ambulância?", indagou a passageira, que repetia a todo momento que o custo poderia chegar a milhares de dólares.

Um caso dramático revela como o acesso à rede de saúde sofre graves limitações quando se é pobre nos Estados Unidos. Uma mulher de 45 anos ficou presa no vão entre o trem e a plataforma com um corte que chegava ao osso. O resgate dos funcionários da estação localizada em Massachussetts chegou para ajudar. Passageiros ajudavam a empurrar o trem para que ela conseguisse ser levada para a plataforma. Tremendo e chorando de dor, ela implorava para que não chamassem uma ambulância.

Você sabe quanto custa uma ambulância?
, indagou a mulher, que repetia a todo momento que o custo poderia chegar a milhares de dólares. A notícia foi publicada pelo ‘Boston Globe’ nesta segunda-feira (2).

https://www.bostonglobe.com/metro/2018/ ... story.html

https://edition.cnn.com/2018/07/03/heal ... index.html

O drama da mulher de 45 anos comoveu as redes sociais. A postagem no Twitter teve mais de 6.700 retuítes e 13 mil curtidas.

Os demais passageiros permaneceram solidários à mulher. Um homem ficou a todo momento atrás dela para que pudesse apoiar o corpo sobre ele. Um outro rapaz colocou uma garrafa de água gelada sobre a perna dela. Ao menos dez pessoas empurraram a composição até a mulher conseguir se soltar. Algumas pessoas ajudaram a envolver a perna da mulher em uma compressa.





Uma testemunha disse acreditar que a passageira não teve nenhuma culpa no ocorrido, ocasionado pela distância entre o trem e a plataforma que chegaria a cinco polegadas.

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Policial civil atira em jovens ao confundi-los com assaltantes e se mata em seguida ao perceber engano, diz PM

Mensagem por Rsilva » 08 Jul 2018, 01:54

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Policial civil de passagem pelo local avista alguns jovens e começa a disparar, como nos filmes do Tarantino. Tiros para todos os lados, muito sangue e três inocentes cravados de balas, sendo um deles, filho de um amigo, que também é policial civil. Envergonhado, o policial atirou na própria cabeça e cometeu suicídio.

https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/p ... z-pm.ghtml

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Internautas reagem a Crivella com ato “Vamos falar com Márcia” no Facebook

Mensagem por Rsilva » 08 Jul 2018, 18:09

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O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), ofereceu ajuda a pastores e líderes de igrejas que tenham problemas com o IPTU em seus templos ou que queiram direcionar fieis para cirurgias de catarata e varizes.

Internautas resolveram seguir a orientação do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), e criaram no Facebook um evento intitulado "Vamos falar com a Márcia?". Trata-se de convite virtual para um ato marcado para a próxima quarta-feira (11), às 10h, em frente à sede da prefeitura, com o objetivo de protestar contra a gestão de Crivella e exigir assistência do estado.

O evento faz menção ao encontro intitulado "Café da Comunhão", em que o prefeito evangélico oferece a pastores, em ano eleitoral, cirurgias de catarata e ajuda em IPTU. Na ocasião, Crivella faz menção a Márcia da Rosa Pereira Nunes, há 15 anos auxiliar do também bispo da Igreja Universal e lotada no Senado até 2016, quando passou a servir no gabinete de Crivella no Rio.

Segundo reportagem do jornal O Globo, os organizadores do encontro pediram aos presentes que levassem “reivindicações por escrito, relações de suas igrejas e número de membros”. Crivella discursou por mais de uma hora na presença de um pré-candidato a deputado federal pelo PRB.

https://oglobo.globo.com/brasil/crivell ... u-22856078

https://oglobo.globo.com/brasil/audio-c ... a-22857770

https://oglobo.globo.com/brasil/2018/07 ... o-politica

“Na prefeitura, estamos fazendo mutirão da catarata. A Márcia trabalha comigo há quinze anos. Ela conhece os diretores de toda a rede federal, Ipanema, Lagoa, Andaraí, Bonsucesso, do Fundão, ela conhece os diretores de todos os hospitais da rede municipal que eu já apresentei a ela, que já vieram e almoçaram conosco, de maneira que ela me representa em todos esses setores, Miguel Couto, Souza Aguiar, Lourenço, Salgado, Piedade e por aí afora. Nós estamos fazendo o mutirão da catarata. Contratei 15 mil cirurgias até o final do ano. Então se os irmãos tiverem alguém na igreja com problema de catarata, se os irmãos conhecerem alguém, por favor falem com a Márcia. É só conversar com a Márcia que ela vai anotar, vai encaminhar, e daqui a uma semana ou duas eles estão operando.”
, disse o prefeito.

O encontro não constava da agenda oficial do prefeito e foi combinado por WhatsApp. Uma funcionária da prefeitura foi gravada instruindo os participantes a não levarem o celular.

No Facebook, um pequeno texto explica os propósitos do ato. “Conforme a orientação do Crivella, convidamos a população carioca a procurar a Márcia na Prefeitura, a fim de que as ilegalidades cometidas pelo Prefeito não continuem: se os amigos dele podem resolver problemas, como marcar cirurgias em quinze dias, mudar semáforos de lugar, por quebra-molas e até mesmo conseguir isenção do IPTU, todos nós temos esse direito! Pelo direito universal ao SUS (E não DA Universal), pelo Estado laico, pelos nossos direitos”, diz a descrição do evento.

Até às 16h30 deste sábado (7), 2,8 mil pessoas haviam confirmado presença no ato, e outras 4,4 manifestado interesse no evento. A página foi criada por um grupo intitulado “Nenhum serviço de saúde a menos”.

https://www.facebook.com/NenhumServicoMenos/


https://congressoemfoco.uol.com.br/corr ... -facebook/

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Os 10 deputados federais mais perdulários do país

Mensagem por Rsilva » 09 Jul 2018, 20:51

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Na lista dos dez maiores gastadores aparecem quatro deputados de Roraima, dois do Tocantins, dois do Amapá, um de Rondônia e outro do Maranhão. Juntos eles receberam R$ 15,5 milhões para cobrir despesas atribuídas ao mandato. Os três primeiros – Jhonatan de Jesus (RR), César Halum (TO) e Cléber Verde (MA) – são do mesmo partido, o PRB. Eles gastaram R$ 1,62 milhão, R$ 1,58 milhão e R$ 1,55 milhão, respectivamente.

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Todos os deputados acima foram procurados. Veja o que aqueles que retornaram o contato informaram:

André Abdon

“Proporcionalmente o custo é devido ao deputado se apresentar com maior intensidade em suas atividades parlamentares dentro do estado do Amapá. Os demais gastos estão dentro das regras impostas pela Câmara.”

Hiran Gonçalves

“Durante o mandato legislativo, o deputado Hiran Gonçalves utilizou devidamente a cota parlamentar, principalmente para divulgar a sua atuação no estado e em benefício da população. O valor da cota parlamentar é variável e depende do estado de representação. Vale ressaltar que o custo dos serviços em Roraima é mais elevado do que os praticados nos demais estados, como exemplo, podemos citar o custo com passagens aéreas, uma vez que possui a maior distância em relação a Brasília. Neste caso, já está previsto um adicional maior por parte da Câmara dos Deputados para Roraima.

Nos custos mencionados pela reportagem, como os gastos com a divulgação das atividades parlamentares, incluindo aí os serviços gráficos, entre outros, também há uma maior despesa uma vez que, pela distância dos grandes centros urbanos do país, o pequeno número de empresas capacitadas para desenvolver esses trabalhos e a falta de competitividade, nos deparamos com valores mais elevados de serviços.

O deputado Hiran Gonçalves prima pela eficiência e eficácia no uso do dinheiro público e principalmente no combate a corrupção. Enfatizamos ainda que os gastos utilizados durante o mandato são legítimos e em concordância com os órgãos de controle da Câmara dos Deputados. Assessoria de Comunicação.”


Josi Nunes

“A deputada federal Josi Nunes (Pros-TO) esclarece que sua cota é toda utilizada no exercício da sua atividade parlamentar, uma vez que a mesma percorre de carro, em média, 4 mil quilômetros de sexta a segunda para visitar as cidades tocantinenses e levar as informações de seu mandato aos 139 municípios do Tocantins. Considerada uma deputada acessível, a parlamentar mantém escritório político nas cidades de Palmas e Gurupi para atender a população. Embora a reportagem não considere os gastos com transporte aéreo, a tocantinense faz questão de frisar que só usa este transporte quando o valor da tarifa se encontra com um preço justo. Do contrário, a parlamentar utiliza o transporte rodoviário.”


https://congressoemfoco.uol.com.br/legi ... camara/#10

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EUA se posicionam contra resolução da ONU que incentiva amamentação

Mensagem por Rsilva » 10 Jul 2018, 12:02

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A delegação dos EUA surpreendeu a comunidade internacional em uma reunião em maio da Assembleia Mundial da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS), ao condenar uma resolução de incentivo à amamentação. O posicionamento americano foi contrário ao recomendado por estudos científicos e atendia aos interesses dos fabricantes de fórmulas infantis. Os diplomatas do país ainda ameaçaram impor sanções comerciais às nações que apoiassem a medida.

O texto apresentado na Assembleia baseou-se em décadas de pesquisa e concluiu que o leite materno é mais saudável para as crianças menores. Por isso, recomendava-se que os governos limitassem o marketing impreciso ou enganoso de métodos substitutivos da amamentação.

https://nacoesunidas.org/onu-lanca-orie ... -de-saude/

As autoridades americanas tentaram tirar a recomendação do texto final da resolução, assim como um trecho que pedia aos governos para "proteger, promover e apoiar a amamentação". O esforço, porém, não foi bem-sucedido.

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http://www.who.int/news-room/detail/11- ... s-globally

http://www.who.int/nutrition/publicatio ... tation/en/

A estratégia seguinte, então, foi recorrer a ameaças. Washington dissuadiu o Equador, autor da resolução, de apresentá-la, afirmando que, se o fizesse, seria alvo de sanções comerciais e perderia ajuda militar. O mesmo recurso foi aplicado contra outras nações da África e da América Latina. As discussões sobre a resolução acabaram sendo conduzidas por iniciativa da Rússia, que fez os americanos desistirem das intimidações.

— Ficamos espantados, chocados e também tristes — disse Patti Rundall, diretora de política do grupo britânico Baby Milk Action, favorável à amamentação. — O que aconteceu foi o mesmo que chantagem, com os EUA mantendo o mundo como refém e tentando derrubar quase 40 anos de consenso sobre a melhor maneira de proteger a saúde de bebês e crianças pequenas.

Contraste com o governo Obama

O Departamento de Estado dos EUA não quis se pronunciar, dizendo que não poderia discutir conversas diplomáticas privadas. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos, a agência que liderou o esforço para modificar a resolução, explicou por que decidiu contestar o documento, mas negou ter envolvimento nas ameaças ao Equador.

A resolução originalmente elaborada colocou obstáculos desnecessários para as mães que buscam fornecer nutrição para seus filhos.
, disse um porta-voz da agência por e-mail, sob condição de anonimato, ao "New York Times".
Nós reconhecemos que nem todas as mulheres são capazes de amamentar por uma série de razões. Elas devem ter a escolha e acesso a alternativas para a saúde de seus bebês, e não devem ser estigmatizadas por isso.


https://www.nytimes.com/2018/07/08/heal ... trump.html

A indústria de alimentos para bebês movimenta cerca de US$ 70 bilhões e é dominada por empresas americanas e europeias. Seu crescimento estimado para este ano é de 4% e será impulsionado principalmente pelo aumento das vendas nos países em desenvolvimento. A intensidade da oposição da delegação americana à resolução pró-amamentação surpreendeu autoridades de saúde pública e diplomatas estrangeiros, que a descreveram como um contraste marcante com o posicionamento do governo de Barack Obama, que apoiava amplamente a política de longa data da Organização Mundial de Saúde (OMS) de incentivar o aleitamento.

Durante as negociações, alguns delegados americanos teriam sugerido que o país cortaria sua contribuição para a OMS. Washington é o maior contribuinte individual da organização, fornecendo US$ 845 milhões, ou aproximadamente 15% de seu orçamento, no ano passado.

O confronto foi o mais recente exemplo do governo de Donald Trump tomando partido dos interesses corporativos em numerosas questões de saúde pública e ambientais. O país já se posicionou na OMS a favor da indústria farmacêutica, recusou uma proposta para pôr rótulos de advertência em produtos de junk food e incentivou empresas do setor de combustíveis fósseis ao anunciar a saída dos EUA do acordo climático de Paris.

https://oglobo.globo.com/sociedade/eua- ... ssion=true



Por que os EUA tentaram boicotar resolução da ONU que incentiva a amamentação

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Por trás da investida contra o aleitamento materno está a defesa, pelo governo de Donald Trump, de interesses da indústria alimentícia.

https://www.huffpostbrasil.com/2018/07/ ... _23478198/


ONU: leis para proteger amamentação estão inadequadas na maioria dos países

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OMS e UNICEF recomendam que bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno pelo menos nos seis primeiros meses de vida. Os bebês devem continuar sendo amamentados após este período — bem como iniciar uma alimentação adequada e nutritiva — até dois anos de idade ou mais. A comercialização inadequada de substitutos ao leite materno, como fórmulas infantis, continua a comprometer os esforços globais para melhorar as taxas de aleitamento, disseram as agências da ONU.

https://nacoesunidas.org/onu-leis-para- ... os-paises/


Iniciativa Hospital Amigo da Criança

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http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicaco ... odulo1.pdf

A Iniciativa Hospital Amigo da Criança – IHAC – foi idealizada em 1990 pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pelo UNICEF para promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. O objetivo é mobilizar os funcionários dos estabelecimentos de saúde para que mudem condutas e rotinas responsáveis pelos elevados índices de desmame precoce. Para isso, foram estabelecidos os Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno.

Ao assinar, em 1990, a Declaração de Innocenti, em encontro em Spedale degli Innocenti, na Itália, o Brasil, um dos 12 países escolhidos para dar partida à IHAC, formalizou o compromisso de fazer dos Dez Passos uma realidade nos hospitais do País. Em março de 1992, o Ministério da Saúde e o Grupo de Defesa da Saúde da Criança, com o apoio do UNICEF e da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), deram os primeiros passos.


https://www.unicef.org/brazil/pt/activities_9994.htm

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Corpo de jovem é velado com camisa de seu time, videogame ligado e salgadinhos

Mensagem por Rsilva » 11 Jul 2018, 12:23

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Você pode achar de mau gosto, pode achar criativo, pode achar desrespeitoso, pode achar bem humorado… A gente não tem ideia do que achar ainda, mas tem certeza que é surreal. Uma família de Nova Orleans, na Louisiana, Estados Unidos, resolveu fazer do velório de um ente querido o cenário de tudo o que mais gostava.

No lugar do caixão exposto e do ritual fúnebre, o corpo foi posto em uma poltrona, com videogame ligado, salgadinhos e a camisa de seu time de basquete do coração, o Boston Celtics. O jogo escolhido também foi de basquete, o NBA 2K, seu preferido. O controle do videogame XBox ficou em sua mão, com a TV mostrando a tela inicial do jogo.

O jovem Renard Matthews, de 18 anos, foi vítima de um tiroteio no último dia 25 de junho e velado na funerária Charbonnet Labat Glapion, no bairro de Treme, responsável pela cerimônia completamente fora do normal. As imagens do velório foram divulgadas pela família e publicadas originalmente pela emissora WVUE, da Fox.

http://www.fox8live.com/story/38603706/ ... cks-jersey

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A carne do futuro chegou. E ela não é feita de animais

Mensagem por Rsilva » 11 Jul 2018, 14:30

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As empresas Impossible Foods e Beyond Meat podem ajudar a reduzir o consumo de carne animal. Até as hamburguerias concordam.

O hambúrguer tem alguma coisa que mexe lá no fundo da sua cabeça. As primeiras notas daquele cheiro de carne na chapa deixam clara sua prioridade imediata: achar a carne.

Por que os hambúrgueres nos enlouquecem? Talvez seja algum tipo de programação ancestral de milhares de anos, quando o homem começou a assar carnes sobre o fogo.

Pessoalmente, agora que tenho mais de 30 anos, me pergunto:
Frankie, tem certeza que quer comer isso?


Tenho razões para evitar (às vezes) uma das minhas comidas prediletas.

A primeira é bem simples: às vezes não me sinto muito bem depois de comer um hambúrguer. Fico estufado e me sinto devagar, o que, convenhamos, é uma troca justa quando considero uma bomba de carne quente, sangrenta e cheia de sabor.

A segunda razão é minha saúde. Carne faz parte da dieta básica do americano, e a expectativa é que o consumo bata recordes neste ano. O americano médio come mais de 100 quilos de carne por ano, poluindo as artérias e também o meio ambiente. Ou seja, é insustentável.

https://www.bloomberg.com/news/articles ... nt-in-2018

https://www.theguardian.com/commentisfr ... is-cameron

Devo observar, entretanto, que abrir mão da carne nem sempre significa uma vida mais "saudável". Embora 6% da população americana se identifique como vegana – era apenas 1% em 2014 --, isso não parece ter influenciado o problema da obesidade nos EUA.

http://www.onegreenplanet.org/news/six- ... -as-vegan/

https://www.nytimes.com/2018/03/23/heal ... dults.html

O terceiro motivo para me abster da carne é o bem-estar dos animais. É difícil esquecer que, se você quisesse comer carne cem anos atrás, teria de matar o animal. Hoje em dia, o sentimento de culpa está muito distante do consumo.

https://www.huffingtonpost.com/entry/sl ... c1ff270085

Como satisfazer esse desejo de hambúrguer carregando esse peso nos ombros? A ignorância pode ser uma dádiva, mas idealmente encontramos uma solução melhor.

Apresentando a "fake meat"

A "fake meat", ou carne falsa, pode ser a resposta. Há duas empresas encabeçando esse movimento que gosto de chamar de "comida do futuro": Impossible Foods e Beyond Meat.

https://impossiblefoods.com/

http://beyondmeat.com/

O produto da Impossible (impossível, em inglês) é servido exclusivamente em restaurantes e tem a fama de ter um sabor muito parecido com o da carne de verdade. Ele ficou famoso quando apareceu no cardápio de um novo restaurante do chef americano David Chang, o Momofuku Nishiki, em Nova York. Fiquei embasbacado com o aroma convincente e o "sangue" que escorria pelas minhas mãos. Hoje, o hambúrguer da Impossible é servido em 1 200 restaurantes nos Estados Unidos.

https://www.huffingtonpost.com/entry/ho ... e870696919

https://www.nytimes.com/2017/01/13/busi ... urger.html

A Beyond Meat também tenta imitar carne de verdade, embora o resultado seja um pouco menos convincente. A empresa começou vendendo seus produtos em supermercados como o Whole Foods, junto da carne de verdade, o que desagradou a indústria da carne. Hoje a marca também distribui seus produtos para restaurantes.

Juntas, a Impossible Foods e a Beyond Meat já conseguiram quase 500 milhões de dólares em investimentos, com o objetivo de crescer as operações.

https://www.geekwire.com/2018/funding-t ... er-bleeds/

Mas falando sério. Do que é feito esse negócio?

Imagine um hambúrguer vegano que tenha cheiro e sangue, igualzinho ao hambúrguer tradicional. Não é cheio de grãos e sementes, não tem feijão, não lembra em nada aquelas antigas opções vegetarianas do passado. Só que os produtos da Impossible e da Beyond Meat são inteiramente feitos de plantas.

https://www.huffingtonpost.com/2015/03/ ... 01832.html

O principal ingrediente do Beyond Burger é proteína de ervilhas, com adição de extrato de suco de beterraba para dar cor.

O ingrediente secreto do Impossible Burger, que é o mais convincente, é um composto chamado "heme", que carrega o oxigênio no sangue dos seres vivos. É isso o que faz a carne ter gosto de carne. A equipe da Impossible descobriu um jeito de produzir heme usando plantas e um processo secreto de fermentação.

https://www.inverse.com/article/5948-th ... rave-blood

Um representante da Impossible Burger disse ao HuffPost via e-mail que o heme criado pela empresa é "idêntico ao heme que os humanos vêm consumindo na carne há centenas de milhares de anos. Ele tem a mesma [profundidade] de sabor da carne, mas usa muito menos recursos [naturais]".

Qual é o impacto ambiental da 'fake meat'?

Esses hambúrgueres são melhores para a gente e para o planeta. O Impossible usa 75% menos água, gera 87% menos gases causadores de efeito estufa e exige um-vigésimo das terras necessárias para produzir um hambúrguer tradicional.

Mesmo que você não seja matemático, uma continha simples mostra que, se a Impossible conseguir atingir uma determinada escala, em teoria seus hambúrgueres custariam um décimo do concorrente tradicional. Se a carne de mentira realmente pegar, as redes de fast food serão praticamente forçadas as servir esse novo tipo de produto.

O site da Beyond Meat afirma que a missão da empresa inclui "ter impacto positivo na mudança climática, preservar os recursos naturais e respeitar o bem-estar dos animais".

Onde encontro esses hambúrgueres?

Vários restaurantes nos Estados Unidos, até mesmo o Saxon & Parole, de Nova York, dono de uma estrela Michelin, oferecem Impossible Burgers em seus cardápios.

https://www.saxonandparole.com/

A maior rede de fast food a servir o produto é a White Castle, uma das mais antigas redes de lanchonetes dos Estados Unidos. O "The Impossible Slider" está disponível em 140 unidades da rede.

https://www.whitecastle.com/about/compa ... ble-slider

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Jamie Richardson, vice-presidente da White Castle, explicou ao HuffPost que a rede decidiu experimentar o Impossible Burger porque os clientes vinham pedindo mais opções vegetarianas. Há 2 anos, a empresa começou a servir hambúrgueres vegetarianos da marca Dr. Praeger.

A Impossible parecia o próximo passo.
, disse Richardson.
Além disso, é um ótimo negócio para nossos clientes. Nosso Impossible Slider custa 1,99 dólar. Achamos que todo mundo deveria poder experimentar algo novo, e ninguém oferece esse produto a esse preço. Foi um golaço desde o começo.


Embora a White Castle praticamente tenha inventado o negócio das redes de hamburguerias fast food em 1921 (e a empresa também criou o slider, um mini-hambúrguer), também é interessante considerar o que significaria um futuro sem carne. As empresas sempre buscam reduzir custos e aumentar a eficiência, e servir produtos como o Impossible Burger tem o potencial de transformar toda a cadeia de suprimentos da carne.

https://www.whitecastle.com/about/timeline?decade=1920

A empresa diz que sua missão é "transformar o sistema de alimentação global para sustentar o planeta e uma população crescente. Nosso objetivo é substituir os animais como tecnologia de produção de alimentos até 2035. Queremos que o Impossible Burger custe menos que a carne de vaca assim que possível, mas será necessário obter escala para que isso aconteça".

Também vai ser necessário um produto melhor que a concorrência.

O sabor do sucesso

Você precisa experimentar. Para mim, as "carnes" da Impossible e da Beyond Meat têm sabor muito melhor que alguns hambúrgueres de baixa qualidade. Eles são provavelmente melhores que 80% dos hambúrgueres que eu comi na vida.

Mas o Impossible não satisfaz como hambúrgueres muito bons, como os dos restaurantes americanos J.G. Melon e Shake Shack. As duas empresas sabem disso e continuam desenvolvendo seus produtos para que eles possam concorrer de fato com a carne tradicional.

A Impossible nos diz que, num teste cego realizado em 2012, somente 6% dos participantes preferiram a carne de mentira. No mais recente, entretanto, a Impossible ficou com 48% das preferências.

O gráfico está apontando na direção de uma virada. Eu investiria na empresa, se eles deixassem. Bill Gates já investiu.

https://www.geekwire.com/2017/bill-gate ... ve-planet/

E a indústria da carne?

O que vai acontecer com a indústria da pecuária? A White Castle acredita numa mistura de carnes e opções vegetarianas. A Impossible afirma que o futuro será inteiramente baseado em plantas. A verdade pode estar no meio do caminho.

O sabor é a fronteira final. Um hambúrguer do J.G. Melon ainda é mais gostoso que o do Impossible Burger, mas a maioria dos hambúrgueres de verdade que eu comi até hoje não tinham tanto sabor – e é por isso que você deveria dar uma chance a essas opções inovadoras.

Empresas Impossible e Beyond Meats podem nos ajudar a reduzir o consumo de carne em um mundo superpopulado – em quem sabe você não descobre uma nova e deliciosa paixão?

https://www.huffingtonpost.com/entry/be ... 565aaeb066



Carne de Laboratório - O futuro da carne






Nosso futuro sem carne: como o mercado global de carne de US$ 90 bilhões está sendo afetado

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Embora os benefícios ambientais para a carne cultivada em laboratório sejam potencialmente enormes, atualmente os produtos sem carne ainda são significativamente mais caros em uma base por libra do que as alternativas.

https://www.beefpoint.com.br/nosso-futu ... o-afetado/

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Conselho de Ética livra deputados presos da cassação do mandato

Mensagem por Rsilva » 12 Jul 2018, 14:18

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João Rodrigues passou quatro meses na Papuda. Agora, exerce o mandato de dia e vai para a prisão à noite. Para o Conselho de Ética, ele pode continuar deputado.

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara arquivou pedidos de cassação contra dois deputados que cumprem pena de prisão imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF): Celso Jacob (MDB-RJ) e João Rodrigues (PSD-SC). Os integrantes do colegiado concluíram que não há impeditivo para que condenados à prisão conciliem o mandato com o cumprimento da pena e que os colegas foram injustiçados.

O Conselho não examinou o pedido de cassação de outro deputado preso, Paulo Maluf (PP-SP). Nesse caso, há uma diferença: o Supremo determinou também a perda do mandato como punição. Condenado à prisão na Lava Jato, Nelson Meurer (PP-PR) é outro alvo de processo ainda não apreciado pelo colegiado.

https://congressoemfoco.uol.com.br/espe ... s-pedidos/

João Rodrigues

O primeiro a se livrar da cassação foi João Rodrigues, condenado a cinco anos e três meses de reclusão em regime semiaberto pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). O catarinense foi condenado por fraude e dispensa irregular de licitação para a compra de uma retroescavadeira, em 1999, quando ele era vice-prefeito de Pinhalzinho (SC) e assumiu a prefeitura interinamente por 30 dias.

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https://g1.globo.com/politica/noticia/p ... lhos.ghtml

O deputado está preso desde fevereiro no Centro de Detenção da Papuda, em Brasília. Mas em junho, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o parlamentar a trabalhar durante o dia na Câmara e a cumprir a pena à noite.

https://congressoemfoco.uol.com.br/espe ... na-camara/
A sensação é de alívio porque os meus colegas deputados puderam avaliar que eu não cometi nenhum ato ilícito. Não houve nenhum dano ao erário, não houve desvio de dinheiro.
, declarou João Rodrigues.

Durante a investigação pelo Conselho de Ética, o prefeito de Pinhalzinho à época, Darci Fiorini, assumiu toda a responsabilidade pelos atos, admitiu apenas erros formais e assegurou que todos os procedimentos tinham aval jurídico.

Relator do processo no conselho, o deputado Ronaldo Lessa (PDT-AL) disse que se fez justiça.
Primeiramente, porque não há crime. Se houve um erro, foi na verdade do prefeito e fora do mandato de João Rodrigues.
, argumentou.
Portanto, cercado de todos os cuidados, pensando na imagem desta Casa perante a sociedade, não tenho nenhuma dúvida de que seria repetir ou cometer outra injustiça cassar esse mandato.
, acrescentou.

Celso Jacob

Já de madrugada o Conselho de Ética arquivou o processo contra Celso Jacob, preso desde junho do ano passado. Entre julho e dezembro, Jacob exerceu o mandato durante o dia e cumpriu pena à noite. Depois de ser flagrado entrando com comida escondida na cela, o deputado teve suspenso o direito de deixar a prisão. Mas em junho o ministro Luís Roberto Barroso determinou que Jacob passasse ao regime aberto.

O relator do processo, Alex Canziani (PSD-PR), propôs a cassação do colega, não pelo crime atribuído a ele, mas por excesso de faltas. Segundo o paranaense, Jacob faltou a mais de um terço das sessões do plenário sem apresentar justificativa.

A comissão, porém, rejeitou o relatório de Canziani e encarregou Valtenir Pereira (MDB-MT) de redigir novo parecer. Valtenir baseou suas conclusões em três argumentos: os atos atribuídos ao deputado não teriam causado prejuízos aos cofres públicos; ocorreram antes do início do mandato de Jacob como deputado; e extrapolam os prazos de prescrição de ações disciplinares de agentes públicos.

Valtenir Pereira, por outro lado, afirmou no parecer aprovado que houve, pela Justiça, “superdimensionamento” dos fatos para forçar uma condenação carente de provas.
Todas as testemunhas foram uníssonas ao dizer que a atuação do representado foi no interesse público.
, disse.

Jacob foi acusado de fraudar em 2003 a publicação de uma lei municipal de Três Rios (RJ), cidade da qual era prefeito, acrescentando um artigo que não tinha sido votado na Câmara de Vereadores. O objetivo era criar um crédito orçamentário adicional que permitiria finalizar a construção de uma creche.

Imagem

https://politica.estadao.com.br/blogs/f ... -brasilia/

Para o Supremo, a principal irregularidade foi a decretação da situação de emergência para permitir a conclusão da creche sem licitação. O deputado Celso Jacob apresentou uma série de documentos para provar que a medida era necessária para evitar a paralisação da obra. Ele se disse prejudicado pelo foro privilegiado, que levou uma decisão de primeira instância diretamente para o STF. Mesmo com decisão definitiva (transitada em julgado), o deputado já pediu a revisão da condenação.


https://congressoemfoco.uol.com.br/just ... o-mandato/



Preso no semiaberto, Celso Jacob recebe auxílio-moradia de R$ 4,2 mil

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Autorizado a deixar o Complexo Penitenciário da Papuda em Brasília (DF) apenas durante o dia para exercer seu mandato parlamentar na Câmara, o deputado Celso Jacob (PMDB-RJ), preso desde 6 de junho de 2017, continua recebendo R$ 4,2 mil, mensais, referente ao “auxílio-moradia”.

https://congressoemfoco.uol.com.br/espe ... -r-42-mil/

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Delações sem provas da Lava Jato são arquivadas em série no STF

Mensagem por Rsilva » 12 Jul 2018, 21:22

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Um ano e meio depois da conhecida “delação do fim do mundo”, as delações arrancadas pela Lava Jato a mais de 70 executivos da Odebrecht estão sendo arquivadas em série pelo STF; são consideradas imprestáveis por não serem acompanhadas de uma prova sequer; advogados especializados dizem que as decisões indicam a fragilidade das delações como único instrumento de prova; "Foram poucos os casos em que as delações foram verdadeiras”, afirma o criminalista Daniel Bialski.

Após um ano e meio da conhecida “delação do fim do mundo”, as delações arrancadas pela Lava Jato a mais de 70 executivos da Odebrecht, estão sendo arquivadas em série pelo Supremo Tribunal Federal, consideradas imprestáveis por não serem acompanhadas de uma prova sequer. Especialistas ouvidos pela ConJur dizem que as decisões do STF apontam para a fragilidade das delações como único instrumento de prova.
Foram poucos os casos em que as delações foram verdadeiras.
, afirma o criminalista Daniel Bialski.

Diferentes ministros do STF já se manifestaram pelo arquivamento de processos decorrentes dos acordos da Odebrecht. Críticos aos abusos cometidos pelos investigadores da “lava jato”, os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli não estão sozinhos nas decisões. Luís Roberto Barroso, que, ao contrário, enaltece os trabalhos da operação, também já trancou inquérito aberto com base nas delações dos executivos da empreiteira.

Para Daniel Bialski, do Bialski Advogados, a delação por si não vale nada. Segundo ele, responder a um processo penal já é um constrangimento e por isso são necessários indícios mínimos para que denúncias sejam aceitas.
O Supremo tem visto que a mera alegação sem provas não pode movimentar processos e não pode gerar investigações mais aprofundadas.


Segundo o criminalista, o grande problema foi a forma como as coisas foram apresentadas.
Qualquer pessoa queria fazer delação por saber que era uma saída do problema. As delações podem ser movidas por vingança e até para dar credibilidade ao depoimento. Foram poucos os casos em que as delações foram verdadeiras.
, afirma.

Para o criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso, ex-presidente da OAB-SP, houve uma proliferação de delações na “lava jato”. Ele advoga para o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, cujos processos foram instruídos principalmente por delações.
A lei estabelece que a palavra do delator não é prova. Há a necessidade de que tenha mais provas. Muitas vezes, o que resta é apenas a fala do delator, o que não é suficiente para processar. A palavra, sozinha, nada vale. Ela precisa ter elementos para corroborá-la.
, explica o advogado.
Como o delator visa um benefício próprio, o grau de desconfiança em relação à palavra é grande, uma vez que seria um caminho muito fácil, bastando acusar alguém.


Houve algumas delações confirmadas por provas, mas essa não tem sido a regra na Lava Jato.
A cautela deve ser permanente e não se deve de dar publicidade ou relevância à palavra de delator antes das provas. O grande erro da operação foi dar ampla repercussão às delações que apontaram pessoas como criminosas e ao longo do inquérito tudo se desfez.
, afirma D'Urso.

Na opinião de João Paulo Martinelli, criminalista e professor de Direito Penal do IDP-São Paulo, é necessário regulamentar os acordos.
A lei deixa uma lacuna, o que pode gerar uma insegurança jurídica. As informações são homologadas, mas descartadas. Assim, gera o sentimento se vale a pena fazer. Seria melhor se fosse regulamentado. O próprio MPF publicou diretrizes para os diretrizes e reconhece a regulamentação das delações.
, declarou.

Segundo o criminalista João Paulo Boaventura, sócio do escritório Boaventura Turbay, as delações são um meio de obtenção de provas, conforme o Supremo já definiu.
A colaboração premiada é um meio de obtenção de provas e não a prova em si, por isso exige que a fala do colaborador venha acompanhada de provas de corroboração. Se transcorrido prazo razoável - com sucessivas prorrogações - sem que o colaborador tenha comprovado sua narrativa de maneira suficiente para que o Ministério Público formalizasse denúncia, não se pode impor ao investigado o ônus de figurar como objeto de investigação por tempo ilimitado.
, disse.

https://www.conjur.com.br/2018-jul-11/a ... ecialistas



Delação da Odebrecht gera poucos resultados em um ano

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https://www1.folha.uol.com.br/poder/201 ... -ano.shtml

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Empresas de planos de saúde devem R$ 2 bilhões ao SUS e fazem de tudo para não pagar

Mensagem por Rsilva » 16 Jul 2018, 02:33

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Quase R$ 2 bilhões devidos ao Sistema Único de Saúde (SUS) não foram repassados pelas operadoras de planos de saúde ou estão contingenciados devido a ações judiciais impetradas pelas empresas.

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O valor se refere a atendimentos prestados a beneficiários de saúde suplementar por unidades públicas de saúde.

A cobrança é prevista pela Lei 9.656 de 1998, que define que as operadoras devem ressarcir a União sempre que um de seus beneficiários usar o SUS para um serviço que esteja previsto no contrato do plano de saúde. Muitas vezes o plano de saúde dificulta ou recusa o atendimento, obrigando o paciente a recorrer ao SUS. Veja o documentário Sicko sobre o que fazem os planos de saúde nos EUA.

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Desse valor, R$ 346,27 milhões estão suspensos devido a decisão judicial. Outros R$ 1,28 bilhão simplesmente não foram pagos pelas operadoras de saúde suplementar e foram inscritos na Dívida Ativa da União. Há ainda cerca de R$ 300 milhões que não foram pagos mas ainda não chegaram a ser inscritos na Dívida Ativa.

Os dados são da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula os planos de saúde e é a responsável por fazer os cálculos e as cobranças desses ressarcimentos.

Segundo a gerente de Ressarcimento ao SUS da ANS, Fernanda Freire de Araújo, muitas empresas apostaram na judicialização do processo para evitar o pagamento, uma vez que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não tinha decidido se o ressarcimento era constitucional ou não.

Ou seja, as empresas de planos de saúde têm seus pacientes atendidos pelo SUS, atendimento pago pela população brasileira e não querem pagar por este atendimento. Apenas em fevereiro deste ano, o STF decidiu que a cobrança é legal e pode ser feita pela ANS.

https://www.conjur.com.br/2018-fev-07/p ... ientes-stf


Até a decisão do STF, a gente ainda tinha uma incerteza, se era constitucional ou não, se elas [as operadoras] iam ter razão na invalidade dessa cobrança, então muitas apostavam na judicialização, porque ela judicializa, deposita o dinheiro e segura a discussão.
, disse.

Segundo a gerente, o dinheiro depositado em juízo não será imediatamente ressarcido ao SUS, porque as ações estão distribuídas em varas da Justiça de todo o país e essa cobrança poderá demorar até dois anos. Além disso, nem todo dinheiro depositado em juízo se refere ao questionamento da constitucionalidade do ressarcimento. Alguns processos questionam, por exemplo, o valor cobrado pela ANS por determinado procedimento médico prestado pelo SUS.

A decisão do STF ajudará também, segundo Fernanda, na cobrança do valor que está inscrito na Dívida Ativa. Segundo ela, o ressarcimento é uma forma não só de reaver o dinheiro gasto pelo Estado com o procedimento médico, como também proteger o beneficiário dos planos de saúde.

O ressarcimento é uma proteção para que a operadora não deixe de constituir a rede dela e não expurgue todo mundo para o SUS. É garantir que o beneficiário tenha seu contrato coberto.
, disse.

Nem todas as cobranças, no entanto, deixam de ser pagas ou são contestadas na Justiça. Desde 2013, os planos de saúde já ressarciram o SUS em R$ 2,06 bilhões. O dinheiro é repassado pela ANS ao Fundo Nacional de Saúde para ser repartido entre os estados e prefeituras que prestaram o atendimento ao beneficiário.

Em resposta, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), que representa as principais operadoras de planos de saúde do país, informou que as empresas recorrem à Justiça quando entendem que a cobrança é indevida (como, por exemplo, nos casos de procedimentos excluídos por lei, fora da abrangência geográfica do plano ou em período de carência) e quando a ANS não aceita anular a cobrança.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/n ... s-de-saude



O SUS que não se vê

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Pesquisa mostra que todo brasileiro já precisou, precisa e vai precisar do SUS.

http://www.unicamp.br/unicamp/ju/641/o- ... -nao-se-ve


Pesquisa mostra que quase 70% dos brasileiros não têm plano de saúde particular
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/n ... particular

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Guerra comercial dos EUA passa a mirar Ruanda um dos países mais pobres do mundo

Mensagem por Rsilva » 16 Jul 2018, 17:23

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Os EUA estão dispostos a iniciar uma guerra comercial com Ruanda, um pequeno país da África subsaariana, cujo PIB é de apenas US$ 9 bilhões, o que equivale a 0,0004% do peso da economia norte-americana; conflito começou devido à intenção de Ruanda de aumentar a produção local de roupas e reduzir a importação de roupas usadas do exterior; volume de exportação de roupas usadas dos EUA para Ruanda se resume a apenas US$ 17 milhões.

O conflito começou devido à intenção de Ruanda de aumentar a produção local de roupas. Para isso, o governo do país africano decidiu reduzir a importação de roupas usadas do exterior, elevando as tarifas dos atuais 0,25 centavos de dólar por quilo para US$ 2,50 (R$ 9,6).

O volume de exportação de roupas usadas dos EUA para Ruanda se resume a apenas US$ 17 milhões (R$ 65,8 milhões). No entanto, a decisão de aumentar as tarifas sobre as roupas de segunda mão irritou a administração de Trump. Em março de 2018, o Escritório do Representante de Comércio dos EUA advertiu que Ruanda perderia alguns benefícios advindos da Lei de Crescimento e Oportunidade para África, que rege a legislação comercial de Washington para o continente.

http://pt.reingex.com/AGOA-Ato-Crescime ... Africa.asp

As resoluções do presidente [Donald Trump] reafirmaram seu compromisso de fazer cumprir nossas leis comerciais e garantir a justiça em nossas relações econômicas.
, ressaltou Curtis Joseph Mahoney, vice-diretor do Escritório de Comércio dos EUA.

O país subsaariano se recusou a reverter as obrigações impostas dentro do prazo de 60 dias exigido pelo executivo norte-americano. O presidente de Ruanda, Paul Kagame, disse à imprensa que, para ele, "tomar a decisão foi algo simples".

Estamos em uma situação em que temos que escolher: ser um receptor de roupas usadas ou fomentar nossas indústrias têxteis.
, explicou.


https://br.sputniknews.com/economia/201 ... ia-ruanda/



EUA e Ruanda em guerra comercial por causa de roupas usadas

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Países da África Oriental anunciaram proibição da importação de roupas usadas para alavancar as indústrias têxteis locais. Mas isso irritou o Presidente dos EUA, Donald Trump, e todos recuaram - exceto Ruanda. Porquê?

https://www.dw.com/pt-002/eua-e-ruanda- ... a-44091436

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Vereador muda nome de creche ‘Arco-Íris’ alegando ‘promoção do homossexualismo’

Mensagem por Rsilva » 17 Jul 2018, 14:25

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Do ponto de vista cristão, o arco-íris foi criado por Deus como lembrança da aliança que firmou com os seres da Terra. Bonita a imagem, não é?

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Olha só este trecho de Gênesis, 9:13-15:

Porei nas nuvens o meu arco; será para sinal da aliança entre mim e a terra. Sucederá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, e nelas aparecer o meu arco, então, me lembrarei da minha aliança firmada entre mim e vós e todos os seres viventes de toda carne; e as águas não mais se tornarão em dilúvio para destruir toda carne.


As traduções mais recentes da Bíblia Sagrada para o português já incluem a palavra “arco-íris” no lugar de “arco”, em nome da precisão.

Daí, ainda sob o ponto de vista cristão, imagina que lindo dar o nome de Arco-Íris – o símbolo da ligação entre Deus e os seres vivos – a uma creche, onde as crianças dão os primeiros passos na educação formal. Foi exatamente o nome escolhido pela comunidade da Arse 102, em Palmas, no Tocantins, para uma creche municipal que será construída no local: Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) Arco-Íris.

Até que o vereador Filipe Martins, político do Partido Social Cristão (PSC) e membro da Assembléia de Deus Campos Nação Madureira, propôs uma emenda modificativa ao Projeto de Lei nº 26, de 30 de abril de 2017, para mudar o nome da creche. Alegou que o “Arco-Íris” era usado para a “promoção do homossexualismo”.

https://vereadorfilipemartins.com.br/no ... arco-iris/

E… conseguiu. A emenda foi aprovada e sancionada sem restrições pela prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB). O novo nome da creche é Romilda Budke Guarda, uma “pioneira de Palmas”, líder comunitária que teve uma vida “pautada na moralidade, na ética e no altruísmo”. Nada contra a senhora Romilda, mas… “promoção do homossexualismo”?

https://g1.globo.com/to/tocantins/notic ... ampaign=g1

O que o vereador cristão Filipe Martins levou em conta muito antes da própria Bíblia Sagrada foi o fato de que, em 1978, as cores do arco-íris inspiraram o americano Gilbert Baker na criação da bandeira que hoje representa a luta da comunidade LGBT.
Decidi que tínhamos de ter uma bandeira, que uma bandeira nos encaixasse em um símbolo, o de que somos pessoas, uma tribo.
, disse Baker em entrevista ao Museu de Arte Moderna de Nova York, que incluiu a bandeira original em seu acervo como um “poderoso marco histórico do design”.

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-39466677

Na semana passada, infelizmente, o arco-íris não representou a aliança de Deus com os seres vivos, sequer representou a luta pela vida e pela dignidade da comunidade LGBT. Em Palmas, no Tocantins, representou o atraso e a perniciosa ligação indistinta entre política e religião. Mais uma vez, nada contra dona Romilda, que deve mesmo ter sido uma grande pessoa.

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Ex-funcionário da Prefeitura do Rio diz que Sisreg era burlado dentro da Secretaria de Saúde

Mensagem por Rsilva » 18 Jul 2018, 00:12

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O princípio do SUS é a universalidade, a igualdade de oportunidades a todos os cidadãos, sem distinção. Uma quadrilha subverteu isso. Cada vez mais as denúncias de privilégios chegam perto do "prefeito" Crivella.

O RJ1 desta terça-feira (17) localizou um ex-funcionário da Prefeitura do Rio que afirma que o Sistema de Regulação de Vagas de Consultas e Cirurgias (Sisreg) era burlado dentro da própria Secretaria Municipal de Saúde. Segundo ele, o poder de escolher quem vai ser atendido saiu dos médicos e foi para a mão de poucas pessoas.



O Sistema Nacional de Regulação (SISREG) é um dos principais acessos da população a procedimentos na área da saúde pública. Entre esses procedimentos estão agendamento de exames, consultas, cirurgias de média e alta complexidade e regulação de leitos hospitalares. Porém, pelo fato que os usuários não têm acesso direto ao sistema, surge uma série de dúvidas relacionadas a tempo de espera, andamento das solicitações, levantamento de dados, entre outros. Em alguns casos, a saída que os pacientes encontram para agilizar o serviço é a judicialização.

Para esclarecer dúvidas relacionadas ao SISREG, o Observatório da Saúde conversou com usuários do sistema e representantes de diversas instâncias ligadas a ele no estado do Rio. Nessa reportagem, é possível não só entender o funcionamento do SISREG como também os fatores que podem levar a otimização do sistema.


http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/inde ... 1&id=30430

De acordo com o ex-funcionário, pacientes indicados pela prefeitura passaram a ter preferência nas consultas e cirurgias. Ele foi funcionário terceirizado por mais de 10 anos e tem medo de se identificar.

Às vezes é um pedido de um vereador, do proprio secretário, que vem. De um paciente que chegou no próprio gabinete e está solicitando uma ajuda pra verificar", conta.


Antes, os próprios médicos em cada posto ou clínica da família autorizavam as marcações para os pacientes à medida que as vagas eram abertas, a cada 120 dias. Desde o fim do ano passado, um pequeno grupo do Sisreg passou a ser o responsável por essa triagem.

Um ofício do ano passado, obtido pela TV Globo, avisa aos postos e clínicas da família que, a partir de dezembro de 2017, a autorização de consultas, exames complementares e procedimentos oftalmológicos passa a depender do Sistema de Regulação. O documento é assinado por Simone Lobianco, coordenadora de Ambulatório do Sisreg.

O argumento é que a fila de espera para consultas tinha quase 59 mil solicitações pendentes, com tempo médio de espera de 156 dias. Segundo o documento, os pacientes com risco chegavam a esperar um mês.

O ex-funcionário explica como se conseguia furar a fila, enquanto outros esperam anos por um exame ou procedimento.

Esse pedido chega por e-mail ou chega pelo Whatsapp, por grupo de Whatsapp", diz.


No grupo, de acordo com a denúncia, estão pessoas ligadas à subsecretaria de Saúde, Claudia Lunardi. Na semana passada, ela admitiu ao Bom Dia Rio que é possível furar a fila do Sisreg.

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/ ... tema.ghtml

De acordo com o ex-funcionário, houve um movimento de trabalhadores para denunciar o que estava acontecendo.

A denúncia rolou num grupo de Whatsapp, foi passando pra pessoas, foi pro Facebook também. Ele montou esse perfil, fez várias denúncias e mandou pro secretário, mandou pra subsecretária, mandou pro prefeito, mandou pra todo mundo, e a resposta foi demissão em massa. Falaram que abriram um processo administrativo, não sei se esse inquérito existe", contou.


Ele diz que tem orgulho do SUS e que revelou o esquema para que haja alguma mudança.

Se não parar agora, a gente não vai ter mais chance nenhuma.


https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/ ... aude.ghtml



MP-RJ investiga irregularidades no Sisreg e pede dados completos da Prefeitura do Rio

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Ministério Público do Rio investiga se as filas do Sistema de Regulação de Vagas de Consultas e Cirurgias (Sisreg) foram burladas a partir de ordens de dentro do próprio poder municipal. O órgão pediu à prefeitura os dados brutos do sistema da prefeitura do Rio para realizar uma auditoria.

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/ ... -rio.ghtml


Pacientes esperam anos na fila do SISREG

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Relatório do TCM aponta que falta transparência no processo de regulação da fila para consultas no Rio.

https://globoplay.globo.com/v/6864291/


Crivella responde sobre as filas do SISREG na saúde do Rio de Janeiro



Crivella responde sobre as filas do SISREG no Rio. Fala sobre os mutirões de cirurgias e convênios como o da rede D'or.

Publicado em 22 de novembro de 2017

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Moro, o exterminador de empregos

Mensagem por Rsilva » 18 Jul 2018, 11:33

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O gráfico aí de cima, publicado no Estadão, sob o título Empreiteiras encolhem R$ 55 bilhões após Lava Jato, dá apenas um retrato parcial da paralisia que o espalhafato com que, para servir à política, se conduziu as investigações sobre a corrupção em obras públicas no Brasil.

https://economia.estadao.com.br/noticia ... 0002403439

Que, é evidente, não acabou.

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O que deveria ser uma desaceleração temporária, por conta da queda do preço do barril de petróleo, virou uma destruição permanente, uma alienação das riquezas acumuladas por décadas pelo Brasil, o aniquilamento de cidades inteiras que se erguiam com a indústria petrolífera, de indústrias enormes de navios e equipamentos que a exploração do petróleo, cujo volume ainda cresce pelo que se fez no passado, mas cairão, inexoravelmente, pelo que não se faz hoje.

Some ao milhão de empregos perdidos na construção civil os postos de trabalho extintos na sua cadeia de fornecedores de insumos e serviços, na construção naval, no mercado de consumo dos trabalhadores sem renda e você terá os vários milhões de desempregados que fazem a tragédia nacional.

Agora veja o dinheiro que estas empresas deixaram de ganhar e verifique o quão “espontâneo” foi o processo de delação premiada colocado a elas como “tábua de salvação” de seus dirigentes – e de outros ladrões públicos, incrustados nas empresas e órgãos estatais.

Sim, porque, como observou Bernardo Melo Franco, em O Globo, “Delcídio [do Amaral] passeia de Harley-Davidson, Paulo Roberto [Costa] descansa em Itaipava e Sérgio Machado curte o sol de Fortaleza".

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https://blogs.oglobo.globo.com/bernardo ... radas.html

Não é um quadro que se vá reverter tão cedo. A construção pesada era o único item de relevo na nossa pauta de exportação de serviços. Não é mais. Não há recursos públicos para fazer ou retomar obras e, ainda que apareçam, os gestores terão de vencer o terror que hoje os acomete ao fazerem uma licitação ou assinar um contrato, muito maior do que os do “andar de cima” para fazerem “acertos”.

Em economia, queda chama queda e os indicadores econômicos, embora agravados pela greve dos caminhoneiros (e locaute das empresas), sinalizam isso.

O fundo do poço é ainda mais embaixo.



Escombros do Petrolão: plataformas de petróleo novinhas são vendidas como sucata

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Os cascos de duas plataformas para exploração de petróleo que estavam quase prontas viraram sucata no Estaleiro Rio Grande (RS). As 152 mil toneladas de aço das plataformas P-71 e P-72 foram vendidas por R$ 70 milhões para a siderúrgica Gerdau. Os cascos estão sendo desmanchados na base do maçarico há três meses. A empresa Ecovix, braço de construção naval da Engevix, entrou em recuperação judicial após a Operação Lava Jato e não conseguiu cumprir o contrato firmado com uma subsidiária da Petrobras, a Tupi BV.

https://www.gazetadopovo.com.br/blogs/l ... mo-sucata/

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Prefeitura de São Paulo consegue na Justiça direito de descartar como lixo cadáveres de 1.600 pessoas

Mensagem por Rsilva » 18 Jul 2018, 12:11

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Eugenia pós-morte: O objetivo é se livrar de 50 mil ossadas para favorecer a privatização de todos os cemitérios públicos da cidade.

por Laura Capriglione

Que a Prefeitura de São Paulo está movendo mundos e fundos para privatizar os 22 cemitérios públicos da cidade, as 15 agências funerárias, as 118 salas de velórios e o crematório municipal da Vila Alpina, já se sabe desde a posse de João Doria, em 1º de janeiro de 2017. O negócio é milionário. A Prefeitura de São Paulo possui 350 mil jazigos públicos, realiza mais de 45 mil sepultamentos e 10 mil cremações por ano na cidade. Passar isso nos cobres, cobrando da população pelo que hoje é gratuito, além de uma taxa anual pelas sepulturas (tipo IPTU), é o que está na mira dos tucanos e dos investidores interessados. Para tornar o negócio mais atraente aos compradores, entretanto, a Prefeitura precisa lidar com um passivo desconcertante… Os milhares de mortos indigentes ou que não foram nunca localizados pelas famílias. Miséria post mortem existe também. Sem famílias, quem pagaria pelo descanso eterno desses corpos? A Prefeitura precisa se livrar desses pobres, expulsá-los da terra urbana escassa, a fim de que mortos pagantes tomem-lhes o lugar.

Como?

Em abril, a Prefeitura conseguiu que o Tribunal de Contas do Município levantasse o embargo à privatização dos cemitérios públicos. Então, iniciou-se imediatamente o processo visando ao despejo dos mortos inconvenientes. No último dia 13 de junho, a Prefeitura obteve autorização judicial para começar a destruir 1.600 ossadas sem identificação, provenientes de exumações realizadas entre os anos de 1941 e 2000 no Cemitério da Quarta Parada, o cemitério do Brás, fundado em 1893, sendo um dos mais antigos na cidade de São Paulo com mais de 122 anos.

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Ocupando área de 183 mil metros quadrados e “dormitório” de cerca de 400 mil pessoas, que ali estão sepultadas, o cemitério da Quarta Parada é uma espécie de “jóia da coroa” entre as necrópoles paulistanas, porque tem milhares de túmulos de famílias de classe média. Mas Doria e seu sucessor, Bruno Covas (PSDB), querem que entre mais gente endinheirada e por isso precisam despejar os pobres. É algo muito parecido com o que acontece quando se expulsam os pobres de uma região da cidade para em seu lugar instalar a classe média pagante. Chama-se de “gentrificação”. Agora, os pobres e miseráveis não terão nem um lugar para cair mortos. Literalmente.

No total, a cidade de São Paulo tem mais de 50.000 corpos assim, que serão destruídos, descartados como lixo. Entre eles, estão pessoas oficialmente reclamadas como desaparecidas por suas famílias ou conhecidos, e que foram enterradas como indigentes, sem que seus familiares tenham sido avisados da localização do corpo.

É gravíssimo.

São famílias, amigos e conhecidos que sofrem diariamente a angústia de nunca mais saber de um ente querido desaparecido, que vivem um luto sem fim por absoluta incúria do poder público. O Ministério Público do Estado de São Paulo apurou que pessoas oficialmente reclamadas como desaparecidas, muitas vezes portando seus próprios documentos, são enterradas como indigentes, sem que os seus familiares sejam informados. É o que se chama de “redesaparecimento”.

Também devem se encontrar entre esses corpos que a Prefeitura pretende destruir as ossadas de opositores da Ditadura Militar que vigorou no país entre 1964 e 1985. Já se localizaram as ossadas de presos políticos desaparecidos, que foram enterrados como indigentes no Cemitério de Perus e é razoável supor que haja mais porque centenas desses opositores seguem figurando nas estatísticas de “desaparecidos” políticos.

Ativista dos Direitos Humanos e ex-presidente da Comissão Estadual da Verdade de São Paulo, Adriano Diogo foi o descobridor da decisão tomada em 4 de junho de 2018 pela juíza Renata Pinto Lima Zanetta, autorizando a destruição das 1.600 ossadas do Cemitério da Quarta Parada. Segundo ele, trata-se de um grave erro, um atentado à memória, à Justiça e aos direitos fundamentais das famílias de desaparecidos, uma vez que nessas ossadas reside a possibilidade de um reencontro.

A DESTRUIÇÃO DAS OSSADAS, QUE SERÃO CREMADAS, VAI ACONTECER EM TODOS OS CEMITÉRIOS. COMEÇA NA QUARTA PARADA, ATINGIRÁ TODOS OS CEMITÉRIOS MAIS TRADICIONAIS, CERCADOS PELOS BAIRROS MAIS RICOS. DEPOIS CHEGARÁ À VILA FORMOSA, GUAIANAZES, ITAQUERA”, EXPLICA ADRIANO. “A MORTE E O LUTO NÃO PODERIAM NUNCA SER TRANSFORMADOS EM OBJETO DE LUCRO, ENTREGUES A EMPRESAS DE PAPA-DEFUNTOS”.


A promotora Eliana Faleiros Vendramini Carneiro, que atua no Plid (Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos), do Ministério Público, calcula que só no ano de 2013, 23.194 pessoas foram dadas como desaparecidas no Estado de São Paulo. Muitas delas desaparecem por muitos anos ou para sempre, a exemplo das 7.501 crianças do Estado de São Paulo, que nunca foram localizadas.

Boa parte dessas desaparições, entretanto, ocorrem por falha do serviço público. Dimas Ferreira Campos Júnior, então com 42 anos, desapareceu no dia 3 de junho de 2015. Ele saiu de casa, foi a uma lan house e sumiu. A família dele providenciou um boletim de ocorrência de desaparecimento. Mas Dimas havia morrido em decorrência de um infarto fulminante, que aconteceu no meio da rua, no próprio dia de seu desaparecimento. Sem identificação, o corpo foi periciado pelo Instituto Médico Legal que em quatro dias obteve sua identificação pelo exame das impressões digitais. Mesmo assim, o IML não procurou saber se havia familiares em busca do “desaparecido” e mandou enterrá-lo como indigente. Bastava ter cruzado os dados do boletim de ocorrência de desaparecimento com o boletim de ocorrência da morte. Mas isso não foi feito. Os pais de Dimas só foram avisados da localização do corpo mais de um mês depois, porque a equipe da doutora Eliana Vendramini fez o que a polícia e os órgãos públicos que cuidam da morte não fizeram.

ESSAS PESSOAS DESAPARECERAM, APARECERAM E O ESTADO REDESAPARECEU COM ELAS. EM ABSOLUTO DESRESPEITO AO SOFRIMENTO DAS FAMÍLIAS E À MEMÓRIA DO MORTO”, DIZ ELA, QUE COLECIONA CASOS TRISTÍSSIMOS DE LONGAS E INCANSÁVEIS BUSCAS DE FAMILIARES POR SEUS ENTES QUERIDOS, COMO DIMAS FERREIRA CAMPOS JÚNIOR. AS FAMÍLIAS QUEREM O CORPO. PORQUE QUEREM SABER O MOTIVO DA MORTE. PORQUE PRECISAM VIVER O LUTO PARA REENCONTRAR A VIDA”, DIZ A PROMOTORA ELIANA.


Há ainda a questão da Justiça. Contabilizam-se milhares de crimes sem solução (inclusive muitos da Ditadura) no Estado de São Paulo.

Para evitar a apuração de seus crimes, uma das medidas adotadas pelo regime militar foi desaparecer com os corpos de suas vítimas. Essa prática de desaparecimentos continuou durante a democracia, com a militarização da segurança pública, com a noção de inimigo interno, as execuções extrajudiciais. Por causa disso, é importantíssimo identificar os corpos em vez de tentar sumir com eles, destruindo-os, apagando provas de crimes e a possibilidade de Justiça”, diz o advogado Pádua Fernandes.


Tem mais.

Corpos identificados, enterrados como indigentes, recebem etiquetas escritas a caneta. E são empilhados em piscinas de corpos e ossos. Resultado: as etiquetas misturam-se, a tinta borra e então esses corpos se tornam de fato inidentificáveis por incúria do poder público. É o tal “redesaparecimento”, de que fala a doutora Eliana, promovido pela omissão do poder público.

Adriano Diogo localizou nos cemitérios da Quarta Parada e da Vila Formosa duas dessas piscinas de ossos, “que são caixas de concreto cheias até a borda de sacos de ossos, a maioria sem identificação, socados, um em cima do outro, cheias de água, cheia de bichos, em total desrespeito.”

EUGENIA, HIGIENIZAÇÃO DOS CEMITÉRIOS, É O QUE SE FARÁ AGORA, VISANDO A LIBERAR ESPAÇO PARA COMERCIALIZAÇÃO DE NOVAS SEPULTURAS, NOVAS TUMBAS, NOVAS CAIXAS. É A BARBÁRIE”, DIZ ADRIANO.


A juíza que autorizou o descarte dos ossos de 1.600 pessoas registra essa aberração como se fosse um acidente natural: “O Serviço Funerário atestou a impossibilidade de identificar os ossos em correlação aos assentamentos de óbitos, em razão do tempo decorrido, da perda das inscrições nas etiquetas e, em alguns casos, das próprias etiqueta”. Ou seja, o poder público não cuida e a forma de resolver isso é “jogando fora”, fazendo desaparecer mais uma vez – agora para sempre.

Neoliberalismo implica negação dos Direitos Humanos. São imigrantes engaiolados como animais, favelados sendo fuzilados por helicópteros e os mortos sendo transformados em lixo descartável. Não sobrou mais nada!”, revolta-se o padre Julio Lancellotti, membro da Pastoral do Povo de Rua e pároco da Igreja São Miguel Arcanjo no bairro da Mooca. O padre tem vários parentes enterrados no cemitério ,da Quarta Parada, que fica a 1,8 km de sua paróquia.


Em vez da dignidade de ossários bem organizados, o que se pretende é incinerar a história da vida e da morte dos pobres. Deletar-lhe a existência.
Isso é mais um sintoma da Aporofobia, doença social que implica ódio aos pobres”, diz o padre Julio. Deles, nem a memória restará.


É um jeito de acabar com a pobreza, não resta dúvida.

https://jornalistaslivres.org/psdb-vai- ... emiterios/

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Deputados presidiários “comandam” Congresso durante férias de meio de ano

Mensagem por Rsilva » 18 Jul 2018, 21:20

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Celso Jacob e João Rodrigues passam a noite na cadeia. Durante o dia, continuarão a trabalhar na Câmara durante recesso.

Começou oficialmente nesta quarta-feira (18) o recesso parlamentar na Câmara dos Deputados e no Senado. Até o dia 31 de julho, não ocorrem reuniões nas comissões e votações nos plenários das duas Casas.

Neste período, sete senadores e 16 deputados eleitos para a Comissão Representativa do Congresso exercerão atribuições de caráter urgente que não possam aguardar o início do período legislativo seguinte.

Veja a lista de parlamentares da comissão: https://www.congressonacional.leg.br/co ... esentativa

Na lista de deputados que integram o colegiado, estão os deputados João Rodrigues (PSD-SC), como titular, e Celso Jacob (MDB-RJ), como suplente. Ambos foram condenados pela Justiça e continuam no exercício de seus mandatos, amparados por decisões judiciais. João Rodrigues passa a noite na cadeia, enquanto Celso Jacob é obrigado a se recolher às 22h, todos os dias, à sua residência.

A dupla também se livrou na semana passada de ter os mandatos cassados, por quebra de decoro parlamentar, depois que suas representações no Conselho de Ética da Câmara foram arquivadas.

Os parlamentares da comissão são eleitos separadamente na Câmara e no Senado, de acordo com a proporcionalidade partidária.

O senador José Pimentel (PT-CE) é o presidente da comissão. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ocupa a vice-presidência.

https://congressoemfoco.uol.com.br/legi ... io-de-ano/



Deputado apresenta projeto que beneficia presidiário com salário mínimo, férias, 13º e FGTS

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O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) apresentou um Projeto de Lei polêmico na Câmara que promete dar o que falar. Ele sugere que todos os presidiários que trabalham na prisão recebam um salário mínimo por mês, o equivalente a R$ 954. Mas não é só isso. Braga propõe enquadrar detentos que executam algum tipo de trabalho em estabelecimentos prisionais às regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), com jornada e horários de trabalho definidos.

Na prática, isso significa que os presos terão direito aos mesmos benefícios dos demais trabalhadores comuns, como férias, 13º salário, Fundo de Garantia (FGTS) e até reajuste salarial anual. Com uma diferença: os trabalhadores comuns não cometeram crime algum.

O projeto de lei de nº 10.142, protocolado pelo parlamentar no último dia 26 de abril, altera os artigos 28 e 29 da Lei de Execução Penal, que passam a ter a seguinte redação: “o trabalho do preso está sujeito ao regime da Consolidação das Leis do Trabalho” e “o trabalho do preso será remunerado, mediante prévia tabela, não podendo ser inferior ao salário mínimo”.

Hoje, os detentos dos regimes fechado e semiaberto têm direito ao benefício da remição da pena por meio do trabalho: a cada três dias de trabalho, um dia da pena é reduzido. Esse é um direito contemplado na Lei da Execução Penal que visa contribuir na ressocialização do preso, abreviando o tempo de reclusão imposto pela Justiça e ocupando a mente do presidiário com um ofício.

A lei autoriza ainda o pagamento de uma remuneração pelo trabalho exercido que não pode ser inferior a três quartos do salário mínimo. Braga alega que não é isso que acontece hoje. O deputado cita dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias que indicam que “75% dos presos envolvidos em atividades laborais até novembro de 2016 recebia remuneração inferior a três quartos do salário mínimo ou não recebia salário algum”.

“Tais disposições tomam o apenado como mão de obra inferior e mais barata, contrariando frontalmente a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, que consagra em seu artigo 5º, caput, serem todos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, e, em seu artigo 7º, inciso IV, ser direito dos trabalhadores urbanos e rurais salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim”, escreveu Braga na justificativa do projeto de lei.

A proposta está apenas no seu início. Precisa passar por análise das comissões internas da Câmara para só depois ser votada em plenário. Depois, segue ainda para o Senado Federal.

Acompanhe o andamento desse Projeto de Lei: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb ... ao=2173524

https://www.gazetadopovo.com.br/politic ... yqh9bl8yii

De acordo com levantamento feito pela advogada Isabel Mendes no começo de maio de 2018, dos 626 mil presos no Brasil, apenas 15% têm uma ocupação, sendo que 25% do pagamento dos detentos vão para um fundo penitenciário. Segundo ela, se houver a cobrança de pelo menos um salário mínimo por trabalhador, como defende o projeto do deputado Glauber Braga, as empresas vão deixar de contratar detentos:

As poucas corporações que decidem usar esse tipo de mão de obra veem como vantagem justamente a não necessidade do pagamento de encargos sociais. Ou seja, se isso acontecer, essas empresas vão sumir e quem tem serviço ficará sem”, completou a advogada.


Para a advogada, antes de pensar em inserir os presos nas leis trabalhistas, o governo teria que desenvolver políticas públicas que garantam o cumprimento do que já está na Lei da Execução Penal.

O detento precisa ter todos os direitos assegurados, antes de qualquer coisa. A lei diz que o preso tem o direito ao trabalho, ao estudo, à saúde, ao banho de sol… Mas isso não acontece. Os detidos na Casa de Custódia de Piraquara, por exemplo, que vivem em contêineres, têm duas, três horas de sol a cada 15 dias, às vezes um mês”, comentou.


Segundo ela, políticas públicas que tornem possível a ressocialização dos presidiários são o único meio de fazer com que as penitenciárias deixem de ser uma “escola” ou “faculdade do crime”.
Hoje, um menino entra lá com 19, 20 anos, por um furto ou problema por dependência química, fica preso por cinco anos, e sai de lá um bandido formado. Nós precisamos acabar com isso”, finalizou.


http://www.bandab.com.br/politica/proje ... -trabalha/

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