POLÍTICA NACIONAL X

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Cheder » 18 Out 2017, 21:32

Cholo_CRVG escreveu:
18 Out 2017, 21:29
Eu não tenho sido muito adepto aos discursos do petistas, mas em uma coisa eu tenho que concordar, e se fosse a voz do Lula naquelas gravações? Se todas essas evidências fossem contra ele e não contra o Aécio? A imprensa certamente se comportaria como se o mundo estivesse acabando.
Imprensa? aquela que 90% é de esquerda, pera lá...

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Cheder » 18 Out 2017, 21:46

É impressionante

A mídia brasileira é o dia inteiro executando a agenda esquerdista, INTEIRO!

É ideologia de genero, é pró desarmamento, é mais Estado, é tratando marginal como coitadinho, é agenda LGBT, etc.

INTEIRO INTEIRO INTEIRO

A pessoa chega a achar que os gays representam 99% da população e que eles são massacrados a cada segundo que saem na rua dada a inundação de "notícias" a respeito.

A mídia brasileira vai ao ponto de alçar o Pablo Vittar como um astro da música, mas na realidade é apenas um cara que só tá lá por conta de ser travesti, não tem o menor talento, musicas sofríveis, voz de mickey, enfim, serve apenas pra ser bandeira política. Será que em um país intolerante com os gays isso aconteceria? Acho que não :pos:

Não existe um jornalista conservador na tv aberta brasileira, o único que me lembro de cabeça é o Alexandre Garcia da globo que nem ao menos pode emitir a sua opinião na emissora. E eles ainda se acham os perseguidinhos, ta certo...

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Diego » 18 Out 2017, 22:41

Cholo_CRVG escreveu:
18 Out 2017, 21:18
Diego escreveu:
18 Out 2017, 16:43
zcpinheiro escreveu:
18 Out 2017, 16:35



Cara não é o IDH, por exemplo na india que é muito mais pobre que o brasil, tem um terço do pib do brasil e 8 vezes população não praticamente repressão e prisões por nada e nada é proibido quase não há violência, a menos que na noruega. Mesma coisa em locais pobres do mundo árabe. E em locais paupérrimos do oriente como Butão. É a cultura, valores que as pessoas desenvolvem principalmente na primeira infância, 0-7 anos e segunda infância 7 - 14. E ao longo de toda a vida de forma menor.

Temos que pensar em mudar a mentalidade da nova geração que esta se formando. E acho que precisamos sim de mais repressão.
Ele, assim como a esquerda parte do pressuposto que culta e valores são ruins, que tudo sempre é culpa da sociedade que não deu algo que deveria ter dado ao pobre coitado do assassino.
Não é bem assim, isso é algo muito mais complexo. Mas eu acho sim que isso tem relação com a cultura da sociedade.

Mas, vem cá, deixa eu lhe fazer uma pergunta.

Você que votou no Aécio em 2014, como ta se sentindo nesse momento tão especial hein?
Ainda prefiro que o Aécio tivesse sido eleito, além de concordar mais com as políticas dele e a certeza que o Brasil não estaria no buraco que a Vaca nos deixou, Aécio é acusado de receber 2 milhões a Vaca é acusada de receber 150 milhões, dos prejuízos o menor.

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por edu_vascao » 19 Out 2017, 13:45

Pera ai... essa pergunta sobre quem votou no aecio, como esta se sentido... eh por achar q a dilma eh uma mulher honesta e competenta?

Eh tipo, achar q stalin foi bom pq hittler foi ruim...nao faz sentido
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por vigo » 19 Out 2017, 14:50

Quando vão invadir o Congresso Nacional e tirar na porrada aquele bando de bandidos?
Quando vão pressionar o STF a tomar vergonha na cara e parar de ficar em cima do muro?

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por edu_vascao » 20 Out 2017, 10:30

vigo escreveu:
19 Out 2017, 14:50
Quando vão invadir o Congresso Nacional e tirar na porrada aquele bando de bandidos?
Quando vão pressionar o STF a tomar vergonha na cara e parar de ficar em cima do muro?
A lava jato ja deve ter uns 3 ou 4 anos, mais de 200 presos e nenhum deles politicos... pessoal roubava dinheiro publico sem ajuda daqueles q controlam o dinheiro publico e as indicacoes...
Devemos ter os politicos mais santos e ingenuos do mundo ou sera q o problema esta na incompetencia do STF, q ate agora nao condenou ninguem? Vergonha da justica desse pais, salvo alguns gatos pingados... sim, estes sim sao herois mesmo!
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por VASCORAGEM » 20 Out 2017, 10:45

Cheder escreveu:
18 Out 2017, 21:32
Cholo_CRVG escreveu:
18 Out 2017, 21:29
Eu não tenho sido muito adepto aos discursos do petistas, mas em uma coisa eu tenho que concordar, e se fosse a voz do Lula naquelas gravações? Se todas essas evidências fossem contra ele e não contra o Aécio? A imprensa certamente se comportaria como se o mundo estivesse acabando.
Imprensa? aquela que 90% é de esquerda, pera lá...
Ué, mas o Lula não foi o presidente mais corrupto da história do Brasil e ainda tem gente que quer ele de volta? Não vejo a imprensa tratar ele pior do que os outros não. E discurso de petista por acaso tem alguma lógica? Não é muito adepto? Puta que pariu. O discurso petista é falar em democracia quando defendem tudo que é ditadura, é falar mal das elites quando todos eles pertencem e ela e por aí vai. É a coisa mais hipócrita e nojenta que existe, o discurso desses caras.
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por edu_vascao » 20 Out 2017, 10:48

VASCORAGEM escreveu:
20 Out 2017, 10:45
Cheder escreveu:
18 Out 2017, 21:32
Cholo_CRVG escreveu:
18 Out 2017, 21:29
Eu não tenho sido muito adepto aos discursos do petistas, mas em uma coisa eu tenho que concordar, e se fosse a voz do Lula naquelas gravações? Se todas essas evidências fossem contra ele e não contra o Aécio? A imprensa certamente se comportaria como se o mundo estivesse acabando.
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Ué, mas o Lula não foi o presidente mais corrupto da história do Brasil e ainda tem gente que quer ele de volta? Não vejo a imprensa tratar ele pior do que os outros não. E discurso de petista por acaso tem alguma lógica? Não é muito adepto? Puta que pariu. O discurso petista é falar em democracia quando defendem tudo que é ditadura, é falar mal das elites quando todos eles pertencem e ela e por aí vai. É a coisa mais hipócrita e nojenta que existe, o discurso desses caras.
Se fosse a voz do lula a imprensa trataria de maneira igual tratou o aecio... deu destaques e mais destaques, nao entendo o mimimi... a diferenca esta unicamente no tratamento da justica, um tem foro o outro nao tem, assim q lula conseguir "gilmar privilegiado" (ou "foro gilmar") ai a quadrilha (PT, PMDB e PSDB) unida, segue o jogo, segue a derrama e segue o genocidio...
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por VASCORAGEM » 20 Out 2017, 10:53

Petralha é muito sem vergonha mesmo. O Aécio é um canalha muito menos prejudicial do que a Dilma e a cambada do PT. Essa gente é burra pra caralho, não entendeu ainda que ajudou a perpetuar a podridão no poder. Estou me sentindo muito bem por ter votado contra essa desgraça, e muito mal por não termos opção, afinal de contas o Aécio é o que é. Apesar de ter votado no Aécio eu jamais o defenderei ou irei querer ele na presidência da república em 2018. Respondido, petralha? E quem votou no Lula e na Dilma 4 vezes tá se sentindo como?
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por edu_vascao » 20 Out 2017, 11:17

Esse caso me revolta muito:

https://g1.globo.com/minas-gerais/notic ... otel.ghtml

Pqp, a vitima esta sendo acusada de "nao morrer e reagir"... esse cara tinha q ganhar uma medalha por salvar 3 pessoas, 3 familias, de um maluco, tinha q ter fuzilado 15 vezes a cara do sujeito pro enterro ser de caixao fechado mesmo e q se foda! 160 pessoas serao mortas hoje, e a preocupacao eh com quem matou um dos responsaveis por esse numero... brasil nao tem chance alguma de dar certo!
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Mr.R » 20 Out 2017, 14:24

É difícil derrubar o Aécio. O cara deve ter alguma coisa para ser tão querido pelo Senado e congresso.
Tem Gravação, assessor e primo pegando a propina, delação e mesmo assim vai continuar como Senador. Em qualquer país minimamente sério ele já estaria preso. Mas é nada surpreendente, nosso presidente usa misturador de voz para poder combinar as falcatruas dele em paz.
"No Vasco, basta plantar a semente"
Arthur da Fonseca Soares o tesoureiro da campanha Comissão Pró-Avião Vasco da Gama, na qual o clube doou dois aviões para serem usados na segunda guerra mundial.

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Cheder » 20 Out 2017, 14:51

edu_vascao escreveu:
20 Out 2017, 11:17
Esse caso me revolta muito:

https://g1.globo.com/minas-gerais/notic ... otel.ghtml

Pqp, a vitima esta sendo acusada de "nao morrer e reagir"... esse cara tinha q ganhar uma medalha por salvar 3 pessoas, 3 familias, de um maluco, tinha q ter fuzilado 15 vezes a cara do sujeito pro enterro ser de caixao fechado mesmo e q se foda! 160 pessoas serao mortas hoje, e a preocupacao eh com quem matou um dos responsaveis por esse numero... brasil nao tem chance alguma de dar certo!


1990 isso. O que aconteceria com o policial se ele tivesse feito isso hoje?

Hoje policial e cidadão só tem o direito de morrer na mão de vagabundo. Se reagir haverá retaliação

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Diego » 20 Out 2017, 18:35

Mr.R escreveu:
20 Out 2017, 14:24
É difícil derrubar o Aécio. O cara deve ter alguma coisa para ser tão querido pelo Senado e congresso.
Tem Gravação, assessor e primo pegando a propina, delação e mesmo assim vai continuar como Senador. Em qualquer país minimamente sério ele já estaria preso. Mas é nada surpreendente, nosso presidente usa misturador de voz para poder combinar as falcatruas dele em paz.
Não é bem assim não, o senador democrata por New Jersey, Robert Menendez, está no meio de um julgamento por corrupção e não foi afastado nem cassado.

https://www.washingtonpost.com/world/na ... story.html

http://www.nj.com/politics/index.ssf/20 ... _jury.html

Não é só no Brasil não. :nao:

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Mr.R » 21 Out 2017, 11:17

Diego escreveu:
20 Out 2017, 18:35
Mr.R escreveu:
20 Out 2017, 14:24
É difícil derrubar o Aécio. O cara deve ter alguma coisa para ser tão querido pelo Senado e congresso.
Tem Gravação, assessor e primo pegando a propina, delação e mesmo assim vai continuar como Senador. Em qualquer país minimamente sério ele já estaria preso. Mas é nada surpreendente, nosso presidente usa misturador de voz para poder combinar as falcatruas dele em paz.
Não é bem assim não, o senador democrata por New Jersey, Robert Menendez, está no meio de um julgamento por corrupção e não foi afastado nem cassado.

https://www.washingtonpost.com/world/na ... story.html

http://www.nj.com/politics/index.ssf/20 ... _jury.html

Não é só no Brasil não. :nao:
Nos Estados Unidos o Lobismo é regularizado, então esse caso é bem mais discutível; não tem a gravação, depoimento e primo pegando a mala da propina.
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Mr.R » 21 Out 2017, 11:26

Cheder escreveu:
20 Out 2017, 14:51
edu_vascao escreveu:
20 Out 2017, 11:17
Esse caso me revolta muito:

https://g1.globo.com/minas-gerais/notic ... otel.ghtml

Pqp, a vitima esta sendo acusada de "nao morrer e reagir"... esse cara tinha q ganhar uma medalha por salvar 3 pessoas, 3 familias, de um maluco, tinha q ter fuzilado 15 vezes a cara do sujeito pro enterro ser de caixao fechado mesmo e q se foda! 160 pessoas serao mortas hoje, e a preocupacao eh com quem matou um dos responsaveis por esse numero... brasil nao tem chance alguma de dar certo!


1990 isso. O que aconteceria com o policial se ele tivesse feito isso hoje?

Hoje policial e cidadão só tem o direito de morrer na mão de vagabundo. Se reagir haverá retaliação
Policial sofrendo retaliação. kkkk
Quantos policiais estão presos por auto de resistência?
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Diego » 21 Out 2017, 12:50

Mr.R escreveu:
21 Out 2017, 11:17
Diego escreveu:
20 Out 2017, 18:35
Mr.R escreveu:
20 Out 2017, 14:24
É difícil derrubar o Aécio. O cara deve ter alguma coisa para ser tão querido pelo Senado e congresso.
Tem Gravação, assessor e primo pegando a propina, delação e mesmo assim vai continuar como Senador. Em qualquer país minimamente sério ele já estaria preso. Mas é nada surpreendente, nosso presidente usa misturador de voz para poder combinar as falcatruas dele em paz.
Não é bem assim não, o senador democrata por New Jersey, Robert Menendez, está no meio de um julgamento por corrupção e não foi afastado nem cassado.

https://www.washingtonpost.com/world/na ... story.html

http://www.nj.com/politics/index.ssf/20 ... _jury.html

Não é só no Brasil não. :nao:
Nos Estados Unidos o Lobismo é regularizado, então esse caso é bem mais discutível; não tem a gravação, depoimento e primo pegando a mala da propina.
Tem gravação sim e o lobby la ficou muito restrito desde o ano passado, não pode mais receber presentes, nem pagar jantar, só as doações mesmo.

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Cheder » 24 Out 2017, 16:07

Artigo espetacular do Bruno Garschagen sobre a engenharia social propagada pelo globalista George Soros. Links das fontes na matéria.

http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/br ... rasileira/

George Soros, o financiador da esquerda brasileira

Quando, jovem e tardiamente, comecei a interessar-me pelo que acontecia no Brasil e no mundo, era pela imprensa que eu buscava informação e análise. Jornais, revistas e televisão eram as minhas fontes. Se os meios de comunicação e os seus comentaristas eram disfarçadamente parciais, política e ideologicamente engajados, tal me escapava. Tamanha era força da imprensa e do mito da imparcialidade que leitores como eu, o leitor médio, éramos incapazes de identificar qualquer viés político de esquerda no conteúdo que nos era apresentado. O que lá estava escrito nas publicações ou dito em imagens na tevê era, portanto, a representação fiel da realidade.

Com o passar dos anos, era natural que eu e tantos outros achássemos que nossas opiniões individuais eram nossas e não, como de fato eram, meras reproduções da posição política de jornalistas, comentaristas, enfim, de toda a fauna conhecida como formadora de opinião.
Quando os diretores e operários de esquerda da imprensa brasileira decidiam que tal e qual assunto deveria ser objeto de exposição pública e debate, expunham-no de uma maneira que o conteúdo direcionasse e definisse a opinião do leitor ou do espectador. Ao esconder-se sob o falso manto da imparcialidade, a empresa jornalística enganava os seus consumidores ao maquiar a forma de apresentar a informação e ao colocar especialistas de esquerda que defendiam a sua visão de mundo como se ambas, opinião e visão de mundo de esquerda, fossem a verdade e não a sua imitação fraudulenta.

Se até poucos anos atrás essa postura passava incólume, hoje, graças ao bom Deus, uma parcela cada vez mais numerosa da sociedade brasileira está sendo exposta a essa imitação fraudulenta da verdade empreendida por parte da grande imprensa e de organizações cada vez mais atuantes naquilo que se chama de debate público, que nada mais é, como sempre disse um amigo, debate publicado.
Os representantes dessas organizações têm uma espécie de sala VIP em grandes jornais e emissoras de tevê. Não importa o que digam e defendam, contam sempre com a valiosa ajuda dos grandes canais de comunicação e assim também conseguem influenciar a produção artística das empresas, como programas de auditório, séries e novelas. Dessa forma, o telespectador é submetido a uma grade de programação revolucionária que gradualmente faz cumprir o seu intento de destruir a imaginação moral, de mudar mentalidades e, portanto, a sociedade.

Várias dessas entidades que gozam de prestígio na tevê e na grande imprensa brasileira são financiadas por um bilionário húngaro-americano que tem como objetivo promover uma engenharia social mundial que atenda a sua agenda ideológica e empresarial. Para isso, George Soros não economiza dinheiro nem esforços. Graças aos vazamentos de documentos feitos no ano passado pelo Wikileaks e pelo DC Leaks foi possível constatar a dimensão, ainda que parcial, dessa drenagem de recursos para organizações, partidos e políticos de esquerda em várias partes do mundo, dos Estados Unidos, passando pela Hungria até chegar ao Brasil.
Dias atrás, foi noticiado que Soros fez nos últimos anos doações que somaram US$ 18 bilhões para a sua organização Open Society Foundations, nome inspirado no famoso livro A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos (volumes 1 e 2), de Karl Popper, que deve estar se revirando no túmulo em virtude da homenagem.

Até mesmo para Soros essa doação para a sua própria fundação é algo impressionante e mostra a seriedade com que ele encara o trabalho desenvolvido pela Open Society. Como salientou o jornal de esquerda The New York Times, foi uma das maiores doações de dinheiro já feitas por um doador privado para uma única instituição nos Estados Unidos. Isso significa que haverá verba ainda mais farta para as esquerdas nativas potencializarem o trabalho revolucionário que já desenvolvem.
Nos Estados Unidos, há anos Soros é um dos maiores doadores do Partido Democrata. Na eleição presidencial passada, investiu muito dinheiro na campanha da candidata Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Donald Trump. A vitória de Trump acendeu o alerta vermelho da organização, que passou a trabalhar com um “novo senso de urgência”, segundo disse ao New York Times o vice-presidente da entidade, Patrick Gaspard.

Aqueles documentos vazados no ano passado pelos sites Wikileaks e DC Leaks que eu mencionei mostraram o grau de influência de Soros sobre Hillary e o Partido Democrata, que receberam ambos cerca de US$ 25 milhões do bilionário para a eleição de 2016. Soros é, aliás, um dos maiores doadores de toda a carreira política de Hillary.

Como esse tipo de apoio nunca sai de graça e quem decide fazer o pacto uma hora terá de prestar contas a Mefistófeles (obrigado, Goethe), um dos e-mails vazados revelou que Soros, mediante um representante, enviou instruções a Hillary, então secretária de Estado do governo de Barack Obama, para intervir na política da Albânia, país onde ele tem negócios. Três dias depois da mensagem, o nome sugerido por Soros, Miroslav Lajcak, foi enviado pela União Europeia para mediar o conflito entre os rivais políticos albaneses.
Investindo o seu dinheiro de forma estratégica, Soros também teria orientado políticos do Partido Democrata para fazer valer seus interesses dentro e fora dos Estados Unidos, além de ter tentado manipular eleições na Europa. Ainda segundo os documentos vazados, através da Open Society, o bilionário financiou entidades em várias partes do mundo.
No Brasil e em outros países da América Latina, a Open Society injeta cerca de US$ 37 milhões por ano. A Fundação Ford, igualmente notória por financiar esquerdistas ao redor do mundo, destina US$ 25 milhões para organizações de esquerda de países latino-americanos.

Esse dinheiro só vai, porém, para iniciativas que atendam o grande projeto global de revolução social financiado por Soros, o que significa promover o aborto, a legalização das drogas e ataques sistemáticos a todos os costumes, tradições e instituições sociais que de alguma maneira ainda protegem a sociedade brasileira da ação revolucionária. Por isso, o apoio cada vez maior a grupos que usam o termo “mídia independente” para desenvolver de forma radical e inclusive pressionar o trabalho realizado pela grande imprensa.
Um desses projetos é a Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), que ficou conhecida nas manifestações de 2013 dizendo-se independente, mas que havia recebido US$ 80 mil da Open Society. Vinculado ao Fora do Eixo, entidade chefiada por Pablo Capilé, a Mídia Ninja inaugurou na semana passada a sua nova sede na região central de São Paulo. Para legitimar seu trabalho, reuniu a fauna e a flora artística de esquerda. Foi nesse evento que Caetano Veloso tentou ser humorista: “Algum conservadorismo é necessário. Pode não ser desejável, mas é necessário”. O cantor e compositor inaugurou com a frase um novo ofício: bedel do conservadorismo pátrio – mesmo que ele não faça ideia do que seja conservadorismo.

Outra entidade que atua na seara da produção de conteúdo é a Agência Pública, do esquerdista Leonardo Sakamoto, que em cinco anos recebeu mais de R$ 1 milhão da Open Society. É com os dólares de Soros que a Agência Pública diz realizar um “modelo de jornalismo sem fins lucrativos para manter a independência”. Independência similar à da Mídia Ninja. Sakamoto é autor da célebre frase metafísica: “o que define uma mulher não é o que ela tem ou teve entre as pernas”.

Mas nessa relação entre imprensa, tevê e organizações financiadas por George Soros, destaca-se Ronaldo Lemos, comentarista da Globonews, cofundador e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). O ITS Rio recebeu da Open Society US$ 350 mil entre 2014 e 2015. Lemos foi talvez o nome mais conhecido na elaboração e defesa do Marco Civil da Internet, que abriu a possibilidade de regulação e de controle pelo Estado e que foi usado pela Justiça como fundamento jurídico para suspender o aplicativo WhatsApp.
Outro destaque é a também comentarista da Globonews (e voz cada vez mais conhecida na defesa da legalização das drogas) Ilona Szabó de Carvalho, diretora-executiva e coordenadora do Programa de Políticas sobre Drogas do Instituto Igarapé. Também financiado pela Open Society, o Igarapé recebeu mais de R$ 670 mil entre 2014 e 2015.

Em abril de 2015, aliás, houve um evento simbólico dessa relação: Ilona organizou junto com Pedro Abramovay, sobre quem falarei mais adiante, um jantar para George Soros no apartamento do casal Florencia Fontan Balestra e Fabiano Robalinho Cavalcanti, ambos do Instituto Igarapé. O encontro reuniu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jorge Paulo Lemann (3G Capital), David Feffer (Grupo Suzano), Celso Lafer (advogado e professor), Guilherme Leal (Natura), Ricardo Marino (Itaú-Unibanco), Olavo Monteiro de Carvalho (Grupo Monteiro Aranha), Luciano Huck, Carlos Jereissati (Grupo Jereissati), Raphael Klein (Casas Bahia e Kviv Ventures) e Beatriz Gerdau (Grupo Gerdau). Nesse jantar no Rio de Janeiro, Soros falou sobre a cultura da filantropia, o que significa que ele falou sobre a sua cultura de filantropia para pessoas muito influentes e com muito dinheiro. Além disso, ele participou de um seminário sobre drogas.
Ainda sobre o ITS Rio, junto com Ronaldo Lemos integram a equipe Eliane Costa, que foi gerente de patrocínio da Petrobras de 2003 a 2012 (ou seja, durante todo o governo Lula); Lucia Nader, que é Fellow da Open Society; e Ana Toni, que integra o conselho editorial do jornal socialista Le Monde Diplomatique Brasil e que atuou como diretora da Fundação Ford no Brasil de 2003 a 2011 (quase o mesmo período em que sua colega trabalhou na Petrobras).

A drenagem dos recursos de Soros também alimenta entidades criadas por aquelas já financiadas pela Open Society. O ITS Rio, por exemplo, criou o site Mudamos.org, que recebe dinheiro de Soros e orgulha-se de ter participado da criação do Marco Civil da Internet. O dinheiro entra por vários canais, mas converge para o mesmo duto. O idealizador do Mudamos.org é o sociólogo socialista Luiz Eduardo Soares. Ele foi secretário de Segurança Pública do governo Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, e secretário nacional de Segurança Pública do governo Lula, além de coautor do livro Elite da Tropa, que serviu de base para o filme Tropa de Elite. Soares é notório defensor da desmilitarização da Polícia Militar e da descriminalização das drogas, cuja proibição tem como consequência, segundo ele, “a criminalização da pobreza, sem reduzir a criminalidade ou o consumo de drogas”. Se a pobreza é criminalizada em função da proibição, o sociólogo está dizendo que os pobres são criminalizados por envolvimento com as drogas? Não seria esta uma posição altamente preconceituosa e falsa de alguém que se equilibra entre Karl Marx e Michel Foucault?

Outras organizações que receberam dinheiro de Soros para influenciar a sociedade brasileira para liberação das drogas foram o Movimento Viva Rio, que entre 2009 e 2014 recebeu US$ 107 mil para atuar na defesa da liberação das drogas; e o Instituto Fernando Henrique Cardoso, que recebeu US$ 111.220 entre 2015 e 2016. O ex-presidente tornou-se a voz mais famosa a defender a legalização.
Há ainda o Instituto Arapyaú, fundado por Guilherme Leal, um dos donos da empresa Natura e que, em 2010, foi candidato a vice-presidente de Marina Silva, que foi petista por 24 anos até pedir para sair em 2009. Um dos membros do conselho de governança é o petista Oded Grajew, idealizador do Fórum Social Mundial (a disneylândia do socialismo latinoamericano), ex-assessor especial do presidente Lula e coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, que recebeu US$ 500 mil da Open Society em 2014 e 2015.
A lista vai além. O projeto Alerta Democrático, que recebeu US$ 512.438 em 2014 da Open Society Foundations, tem na sua equipe o já citado petista Pedro Abramovay, que trabalhou no Ministério da Justiça nos governos Lula e Dilma e que é, vejam só, Diretor Regional para América Latina e Caribe da própria Open Society. Abramovay também foi diretor no Brasil do site de petições Avaaz, que ele definiu “como um movimento que tem princípios”, não uma rede social ou “um espaço neutro”. Por isso, só aceita petições de causas afeitas à ideologia e retira do ar qualquer petição que vá “contra os princípios do movimento”. Outro integrante da equipe do Alerta Democrático é o ex-BBB Jean Wyllys, que usa o seu mandato de deputado federal para fazer valer o projeto de engenharia social mediante mudança de comportamentos de cima para baixo pela ação do Estado.

O financiamento de organizações socialistas e comunistas por uma certa elite econômica nem é uma novidade histórica: os revolucionários russos foram financiados por grandes empresários para fazerem a revolução de 1917; os nazistas foram financiados por grandes empresários para conquistarem o poder em 1932; os petistas foram financiados por grandes empresários até conquistarem o governo federal em 2002 (a Operação Lava Jato apresenta cada dia mais a dimensão, por ora incalculável, desse financiamento).

A agenda de Soros e a das organizações de esquerda é uma só ou converge em muitos pontos, a depender da organização e do país onde está sediada. O bilionário financia projetos que se coadunam com sua visão revolucionária de mundo; os revolucionários aceitam a doação porque o dinheiro financia o seu projeto revolucionário de mudar o mundo.

O primeiro a denunciar o projeto global de Soros via financiamento de organizações de esquerda foi o professor Olavo de Carvalho, a partir do fim da década de 1990. Muitos artigos sobre o tema foram publicados no jornal O Globo e depois reunidos no livro O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, organizado por Felipe Moura Brasil e publicado pela Editora Record.
E por que Soros faz o que faz?

Algumas respostas foram dadas pelo autor de Por trás da Máscara, Flavio Morgenstern, no podcast do site Senso Incomum, e pelo também colunista da Gazeta do Povo Alexandre Borges:
“Soros é, possivelmente, o indivíduo sem cargo eletivo mais influente do mundo. (…)
George Soros se vê como um missionário das próprias utopias e não conhece limites para usar sua fortuna quase sem paralelo para influenciar a política, a imprensa e a opinião pública em diversos países, especialmente os EUA. Como ele mesmo disse, ‘minha principal diferença de outros com uma quantidade de recursos acumulados parecida com a minha é que não tenho muito uso pessoal para o dinheiro, meu principal interesse é em ideias. (…)

A Open Society é uma ONG bilionária destinada a influenciar a opinião pública e a política no mundo. Ela está presente em mais de 70 países é tão poderosa que, em alguns regimes, é considerada um ‘governo informal’. Nos EUA, mantém o poderosíssimo Media Matters, que dá o tom de praticamente toda a imprensa americana, além de ser o principal financiador do The Huffington Post, um ícone da esquerda mundial. (…)

O número de fundações, ONGs, sindicatos e veículos de comunicação que recebem dinheiro de George Soros ou de suas fundações é tão vasto que só um incansável pesquisador como David Horowitz para catalogar e publicar no seu portal Discover the Networks. Se você tiver curiosidade, é só clicar aqui.”

Depois de descobrir qual é a agenda dessas organizações, quem as representa e as financia, e a influência que exercem na política, na economia e na opinião pública no Brasil, cabe a você refletir se aquilo que você pensa sobre desarmamento, liberação das drogas, desmilitarização da PM, democracia e outros temas é o resultado de uma análise genuína baseada em informações precisas ou uma mera repetição de discursos ideológicos previamente criados por esses revolucionários financiados pelo grande capital que costumam criticar.

Porque as agendas políticas que hoje despertam paixões, que provocam “polêmicas” e discussões nas redes sociais são muitas vezes o resultado de um trabalho muito bem articulado de instituições e personagens que nem sempre aparecem ou que aparecem como especialistas imparciais. Convém ter isso em mente e estar sempre alerta antes de defender determinadas posições e de agir como inocente útil de uma ideologia e de um projeto político tão ocultos quanto infames. Não se enganem: hoje, em qualquer canto onde haja um projeto revolucionário, George Soros está lá.

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Wagnersac » 24 Out 2017, 17:42

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zcpinheiro
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por zcpinheiro » 24 Out 2017, 17:47

Cheder escreveu:
24 Out 2017, 16:07
Artigo espetacular do Bruno Garschagen sobre a engenharia social propagada pelo globalista George Soros. Links das fontes na matéria.

http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/br ... rasileira/

George Soros, o financiador da esquerda brasileira

Quando, jovem e tardiamente, comecei a interessar-me pelo que acontecia no Brasil e no mundo, era pela imprensa que eu buscava informação e análise. Jornais, revistas e televisão eram as minhas fontes. Se os meios de comunicação e os seus comentaristas eram disfarçadamente parciais, política e ideologicamente engajados, tal me escapava. Tamanha era força da imprensa e do mito da imparcialidade que leitores como eu, o leitor médio, éramos incapazes de identificar qualquer viés político de esquerda no conteúdo que nos era apresentado. O que lá estava escrito nas publicações ou dito em imagens na tevê era, portanto, a representação fiel da realidade.

Com o passar dos anos, era natural que eu e tantos outros achássemos que nossas opiniões individuais eram nossas e não, como de fato eram, meras reproduções da posição política de jornalistas, comentaristas, enfim, de toda a fauna conhecida como formadora de opinião.
Quando os diretores e operários de esquerda da imprensa brasileira decidiam que tal e qual assunto deveria ser objeto de exposição pública e debate, expunham-no de uma maneira que o conteúdo direcionasse e definisse a opinião do leitor ou do espectador. Ao esconder-se sob o falso manto da imparcialidade, a empresa jornalística enganava os seus consumidores ao maquiar a forma de apresentar a informação e ao colocar especialistas de esquerda que defendiam a sua visão de mundo como se ambas, opinião e visão de mundo de esquerda, fossem a verdade e não a sua imitação fraudulenta.

Se até poucos anos atrás essa postura passava incólume, hoje, graças ao bom Deus, uma parcela cada vez mais numerosa da sociedade brasileira está sendo exposta a essa imitação fraudulenta da verdade empreendida por parte da grande imprensa e de organizações cada vez mais atuantes naquilo que se chama de debate público, que nada mais é, como sempre disse um amigo, debate publicado.
Os representantes dessas organizações têm uma espécie de sala VIP em grandes jornais e emissoras de tevê. Não importa o que digam e defendam, contam sempre com a valiosa ajuda dos grandes canais de comunicação e assim também conseguem influenciar a produção artística das empresas, como programas de auditório, séries e novelas. Dessa forma, o telespectador é submetido a uma grade de programação revolucionária que gradualmente faz cumprir o seu intento de destruir a imaginação moral, de mudar mentalidades e, portanto, a sociedade.

Várias dessas entidades que gozam de prestígio na tevê e na grande imprensa brasileira são financiadas por um bilionário húngaro-americano que tem como objetivo promover uma engenharia social mundial que atenda a sua agenda ideológica e empresarial. Para isso, George Soros não economiza dinheiro nem esforços. Graças aos vazamentos de documentos feitos no ano passado pelo Wikileaks e pelo DC Leaks foi possível constatar a dimensão, ainda que parcial, dessa drenagem de recursos para organizações, partidos e políticos de esquerda em várias partes do mundo, dos Estados Unidos, passando pela Hungria até chegar ao Brasil.
Dias atrás, foi noticiado que Soros fez nos últimos anos doações que somaram US$ 18 bilhões para a sua organização Open Society Foundations, nome inspirado no famoso livro A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos (volumes 1 e 2), de Karl Popper, que deve estar se revirando no túmulo em virtude da homenagem.

Até mesmo para Soros essa doação para a sua própria fundação é algo impressionante e mostra a seriedade com que ele encara o trabalho desenvolvido pela Open Society. Como salientou o jornal de esquerda The New York Times, foi uma das maiores doações de dinheiro já feitas por um doador privado para uma única instituição nos Estados Unidos. Isso significa que haverá verba ainda mais farta para as esquerdas nativas potencializarem o trabalho revolucionário que já desenvolvem.
Nos Estados Unidos, há anos Soros é um dos maiores doadores do Partido Democrata. Na eleição presidencial passada, investiu muito dinheiro na campanha da candidata Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Donald Trump. A vitória de Trump acendeu o alerta vermelho da organização, que passou a trabalhar com um “novo senso de urgência”, segundo disse ao New York Times o vice-presidente da entidade, Patrick Gaspard.

Aqueles documentos vazados no ano passado pelos sites Wikileaks e DC Leaks que eu mencionei mostraram o grau de influência de Soros sobre Hillary e o Partido Democrata, que receberam ambos cerca de US$ 25 milhões do bilionário para a eleição de 2016. Soros é, aliás, um dos maiores doadores de toda a carreira política de Hillary.

Como esse tipo de apoio nunca sai de graça e quem decide fazer o pacto uma hora terá de prestar contas a Mefistófeles (obrigado, Goethe), um dos e-mails vazados revelou que Soros, mediante um representante, enviou instruções a Hillary, então secretária de Estado do governo de Barack Obama, para intervir na política da Albânia, país onde ele tem negócios. Três dias depois da mensagem, o nome sugerido por Soros, Miroslav Lajcak, foi enviado pela União Europeia para mediar o conflito entre os rivais políticos albaneses.
Investindo o seu dinheiro de forma estratégica, Soros também teria orientado políticos do Partido Democrata para fazer valer seus interesses dentro e fora dos Estados Unidos, além de ter tentado manipular eleições na Europa. Ainda segundo os documentos vazados, através da Open Society, o bilionário financiou entidades em várias partes do mundo.
No Brasil e em outros países da América Latina, a Open Society injeta cerca de US$ 37 milhões por ano. A Fundação Ford, igualmente notória por financiar esquerdistas ao redor do mundo, destina US$ 25 milhões para organizações de esquerda de países latino-americanos.

Esse dinheiro só vai, porém, para iniciativas que atendam o grande projeto global de revolução social financiado por Soros, o que significa promover o aborto, a legalização das drogas e ataques sistemáticos a todos os costumes, tradições e instituições sociais que de alguma maneira ainda protegem a sociedade brasileira da ação revolucionária. Por isso, o apoio cada vez maior a grupos que usam o termo “mídia independente” para desenvolver de forma radical e inclusive pressionar o trabalho realizado pela grande imprensa.
Um desses projetos é a Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), que ficou conhecida nas manifestações de 2013 dizendo-se independente, mas que havia recebido US$ 80 mil da Open Society. Vinculado ao Fora do Eixo, entidade chefiada por Pablo Capilé, a Mídia Ninja inaugurou na semana passada a sua nova sede na região central de São Paulo. Para legitimar seu trabalho, reuniu a fauna e a flora artística de esquerda. Foi nesse evento que Caetano Veloso tentou ser humorista: “Algum conservadorismo é necessário. Pode não ser desejável, mas é necessário”. O cantor e compositor inaugurou com a frase um novo ofício: bedel do conservadorismo pátrio – mesmo que ele não faça ideia do que seja conservadorismo.

Outra entidade que atua na seara da produção de conteúdo é a Agência Pública, do esquerdista Leonardo Sakamoto, que em cinco anos recebeu mais de R$ 1 milhão da Open Society. É com os dólares de Soros que a Agência Pública diz realizar um “modelo de jornalismo sem fins lucrativos para manter a independência”. Independência similar à da Mídia Ninja. Sakamoto é autor da célebre frase metafísica: “o que define uma mulher não é o que ela tem ou teve entre as pernas”.

Mas nessa relação entre imprensa, tevê e organizações financiadas por George Soros, destaca-se Ronaldo Lemos, comentarista da Globonews, cofundador e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). O ITS Rio recebeu da Open Society US$ 350 mil entre 2014 e 2015. Lemos foi talvez o nome mais conhecido na elaboração e defesa do Marco Civil da Internet, que abriu a possibilidade de regulação e de controle pelo Estado e que foi usado pela Justiça como fundamento jurídico para suspender o aplicativo WhatsApp.
Outro destaque é a também comentarista da Globonews (e voz cada vez mais conhecida na defesa da legalização das drogas) Ilona Szabó de Carvalho, diretora-executiva e coordenadora do Programa de Políticas sobre Drogas do Instituto Igarapé. Também financiado pela Open Society, o Igarapé recebeu mais de R$ 670 mil entre 2014 e 2015.

Em abril de 2015, aliás, houve um evento simbólico dessa relação: Ilona organizou junto com Pedro Abramovay, sobre quem falarei mais adiante, um jantar para George Soros no apartamento do casal Florencia Fontan Balestra e Fabiano Robalinho Cavalcanti, ambos do Instituto Igarapé. O encontro reuniu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jorge Paulo Lemann (3G Capital), David Feffer (Grupo Suzano), Celso Lafer (advogado e professor), Guilherme Leal (Natura), Ricardo Marino (Itaú-Unibanco), Olavo Monteiro de Carvalho (Grupo Monteiro Aranha), Luciano Huck, Carlos Jereissati (Grupo Jereissati), Raphael Klein (Casas Bahia e Kviv Ventures) e Beatriz Gerdau (Grupo Gerdau). Nesse jantar no Rio de Janeiro, Soros falou sobre a cultura da filantropia, o que significa que ele falou sobre a sua cultura de filantropia para pessoas muito influentes e com muito dinheiro. Além disso, ele participou de um seminário sobre drogas.
Ainda sobre o ITS Rio, junto com Ronaldo Lemos integram a equipe Eliane Costa, que foi gerente de patrocínio da Petrobras de 2003 a 2012 (ou seja, durante todo o governo Lula); Lucia Nader, que é Fellow da Open Society; e Ana Toni, que integra o conselho editorial do jornal socialista Le Monde Diplomatique Brasil e que atuou como diretora da Fundação Ford no Brasil de 2003 a 2011 (quase o mesmo período em que sua colega trabalhou na Petrobras).

A drenagem dos recursos de Soros também alimenta entidades criadas por aquelas já financiadas pela Open Society. O ITS Rio, por exemplo, criou o site Mudamos.org, que recebe dinheiro de Soros e orgulha-se de ter participado da criação do Marco Civil da Internet. O dinheiro entra por vários canais, mas converge para o mesmo duto. O idealizador do Mudamos.org é o sociólogo socialista Luiz Eduardo Soares. Ele foi secretário de Segurança Pública do governo Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, e secretário nacional de Segurança Pública do governo Lula, além de coautor do livro Elite da Tropa, que serviu de base para o filme Tropa de Elite. Soares é notório defensor da desmilitarização da Polícia Militar e da descriminalização das drogas, cuja proibição tem como consequência, segundo ele, “a criminalização da pobreza, sem reduzir a criminalidade ou o consumo de drogas”. Se a pobreza é criminalizada em função da proibição, o sociólogo está dizendo que os pobres são criminalizados por envolvimento com as drogas? Não seria esta uma posição altamente preconceituosa e falsa de alguém que se equilibra entre Karl Marx e Michel Foucault?

Outras organizações que receberam dinheiro de Soros para influenciar a sociedade brasileira para liberação das drogas foram o Movimento Viva Rio, que entre 2009 e 2014 recebeu US$ 107 mil para atuar na defesa da liberação das drogas; e o Instituto Fernando Henrique Cardoso, que recebeu US$ 111.220 entre 2015 e 2016. O ex-presidente tornou-se a voz mais famosa a defender a legalização.
Há ainda o Instituto Arapyaú, fundado por Guilherme Leal, um dos donos da empresa Natura e que, em 2010, foi candidato a vice-presidente de Marina Silva, que foi petista por 24 anos até pedir para sair em 2009. Um dos membros do conselho de governança é o petista Oded Grajew, idealizador do Fórum Social Mundial (a disneylândia do socialismo latinoamericano), ex-assessor especial do presidente Lula e coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, que recebeu US$ 500 mil da Open Society em 2014 e 2015.
A lista vai além. O projeto Alerta Democrático, que recebeu US$ 512.438 em 2014 da Open Society Foundations, tem na sua equipe o já citado petista Pedro Abramovay, que trabalhou no Ministério da Justiça nos governos Lula e Dilma e que é, vejam só, Diretor Regional para América Latina e Caribe da própria Open Society. Abramovay também foi diretor no Brasil do site de petições Avaaz, que ele definiu “como um movimento que tem princípios”, não uma rede social ou “um espaço neutro”. Por isso, só aceita petições de causas afeitas à ideologia e retira do ar qualquer petição que vá “contra os princípios do movimento”. Outro integrante da equipe do Alerta Democrático é o ex-BBB Jean Wyllys, que usa o seu mandato de deputado federal para fazer valer o projeto de engenharia social mediante mudança de comportamentos de cima para baixo pela ação do Estado.

O financiamento de organizações socialistas e comunistas por uma certa elite econômica nem é uma novidade histórica: os revolucionários russos foram financiados por grandes empresários para fazerem a revolução de 1917; os nazistas foram financiados por grandes empresários para conquistarem o poder em 1932; os petistas foram financiados por grandes empresários até conquistarem o governo federal em 2002 (a Operação Lava Jato apresenta cada dia mais a dimensão, por ora incalculável, desse financiamento).

A agenda de Soros e a das organizações de esquerda é uma só ou converge em muitos pontos, a depender da organização e do país onde está sediada. O bilionário financia projetos que se coadunam com sua visão revolucionária de mundo; os revolucionários aceitam a doação porque o dinheiro financia o seu projeto revolucionário de mudar o mundo.

O primeiro a denunciar o projeto global de Soros via financiamento de organizações de esquerda foi o professor Olavo de Carvalho, a partir do fim da década de 1990. Muitos artigos sobre o tema foram publicados no jornal O Globo e depois reunidos no livro O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, organizado por Felipe Moura Brasil e publicado pela Editora Record.
E por que Soros faz o que faz?

Algumas respostas foram dadas pelo autor de Por trás da Máscara, Flavio Morgenstern, no podcast do site Senso Incomum, e pelo também colunista da Gazeta do Povo Alexandre Borges:
“Soros é, possivelmente, o indivíduo sem cargo eletivo mais influente do mundo. (…)
George Soros se vê como um missionário das próprias utopias e não conhece limites para usar sua fortuna quase sem paralelo para influenciar a política, a imprensa e a opinião pública em diversos países, especialmente os EUA. Como ele mesmo disse, ‘minha principal diferença de outros com uma quantidade de recursos acumulados parecida com a minha é que não tenho muito uso pessoal para o dinheiro, meu principal interesse é em ideias. (…)

A Open Society é uma ONG bilionária destinada a influenciar a opinião pública e a política no mundo. Ela está presente em mais de 70 países é tão poderosa que, em alguns regimes, é considerada um ‘governo informal’. Nos EUA, mantém o poderosíssimo Media Matters, que dá o tom de praticamente toda a imprensa americana, além de ser o principal financiador do The Huffington Post, um ícone da esquerda mundial. (…)

O número de fundações, ONGs, sindicatos e veículos de comunicação que recebem dinheiro de George Soros ou de suas fundações é tão vasto que só um incansável pesquisador como David Horowitz para catalogar e publicar no seu portal Discover the Networks. Se você tiver curiosidade, é só clicar aqui.”

Depois de descobrir qual é a agenda dessas organizações, quem as representa e as financia, e a influência que exercem na política, na economia e na opinião pública no Brasil, cabe a você refletir se aquilo que você pensa sobre desarmamento, liberação das drogas, desmilitarização da PM, democracia e outros temas é o resultado de uma análise genuína baseada em informações precisas ou uma mera repetição de discursos ideológicos previamente criados por esses revolucionários financiados pelo grande capital que costumam criticar.

Porque as agendas políticas que hoje despertam paixões, que provocam “polêmicas” e discussões nas redes sociais são muitas vezes o resultado de um trabalho muito bem articulado de instituições e personagens que nem sempre aparecem ou que aparecem como especialistas imparciais. Convém ter isso em mente e estar sempre alerta antes de defender determinadas posições e de agir como inocente útil de uma ideologia e de um projeto político tão ocultos quanto infames. Não se enganem: hoje, em qualquer canto onde haja um projeto revolucionário, George Soros está lá.
Não acho que soros tenha uma ideologia baseada nas ideias de Foucault, de Marx pode até ser.
Não sabia da existência de Soros.

Se não me engano Foucault era bastante critico, falava muito mal, da esquerda latina americana. Defendia a esquerda soviética que segundo ele, tornou um país extremamente pobre e coberto por gelo a rivalizar em diversas áreas com os estados unidos que produzia na época cerca de 80% do petróleo mundial, também era bastante contra ao modelo “ditadura militar” adotada por todos os países socialistas, inclusive a Rússia. Os Fora do Eixo, Mídia Ninja e o Foro de São Paulo são as três maiores instituições de esquerda da America latina, segundo o texto, financiadas por Soros e são quase que exemplo do modelo falido da esquerda latino americana que Foucault falava.

No mais concordo com tudo em gênero numero e grau. Claro sem ter certeza dos exemplos que foram financiados.

julio
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por julio » 24 Out 2017, 19:10

"Vossa excelência sabe que existe mecanismos mais eficientes de lavar dinheiro do que comprar joias."

Rir para não chorar.

Só faltou falar, roubei tudo honestamente.

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Cheder » 24 Out 2017, 20:24

zcpinheiro escreveu:
24 Out 2017, 17:47
Cheder escreveu:
24 Out 2017, 16:07
Artigo espetacular do Bruno Garschagen sobre a engenharia social propagada pelo globalista George Soros. Links das fontes na matéria.

http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/br ... rasileira/

George Soros, o financiador da esquerda brasileira

Quando, jovem e tardiamente, comecei a interessar-me pelo que acontecia no Brasil e no mundo, era pela imprensa que eu buscava informação e análise. Jornais, revistas e televisão eram as minhas fontes. Se os meios de comunicação e os seus comentaristas eram disfarçadamente parciais, política e ideologicamente engajados, tal me escapava. Tamanha era força da imprensa e do mito da imparcialidade que leitores como eu, o leitor médio, éramos incapazes de identificar qualquer viés político de esquerda no conteúdo que nos era apresentado. O que lá estava escrito nas publicações ou dito em imagens na tevê era, portanto, a representação fiel da realidade.

Com o passar dos anos, era natural que eu e tantos outros achássemos que nossas opiniões individuais eram nossas e não, como de fato eram, meras reproduções da posição política de jornalistas, comentaristas, enfim, de toda a fauna conhecida como formadora de opinião.
Quando os diretores e operários de esquerda da imprensa brasileira decidiam que tal e qual assunto deveria ser objeto de exposição pública e debate, expunham-no de uma maneira que o conteúdo direcionasse e definisse a opinião do leitor ou do espectador. Ao esconder-se sob o falso manto da imparcialidade, a empresa jornalística enganava os seus consumidores ao maquiar a forma de apresentar a informação e ao colocar especialistas de esquerda que defendiam a sua visão de mundo como se ambas, opinião e visão de mundo de esquerda, fossem a verdade e não a sua imitação fraudulenta.

Se até poucos anos atrás essa postura passava incólume, hoje, graças ao bom Deus, uma parcela cada vez mais numerosa da sociedade brasileira está sendo exposta a essa imitação fraudulenta da verdade empreendida por parte da grande imprensa e de organizações cada vez mais atuantes naquilo que se chama de debate público, que nada mais é, como sempre disse um amigo, debate publicado.
Os representantes dessas organizações têm uma espécie de sala VIP em grandes jornais e emissoras de tevê. Não importa o que digam e defendam, contam sempre com a valiosa ajuda dos grandes canais de comunicação e assim também conseguem influenciar a produção artística das empresas, como programas de auditório, séries e novelas. Dessa forma, o telespectador é submetido a uma grade de programação revolucionária que gradualmente faz cumprir o seu intento de destruir a imaginação moral, de mudar mentalidades e, portanto, a sociedade.

Várias dessas entidades que gozam de prestígio na tevê e na grande imprensa brasileira são financiadas por um bilionário húngaro-americano que tem como objetivo promover uma engenharia social mundial que atenda a sua agenda ideológica e empresarial. Para isso, George Soros não economiza dinheiro nem esforços. Graças aos vazamentos de documentos feitos no ano passado pelo Wikileaks e pelo DC Leaks foi possível constatar a dimensão, ainda que parcial, dessa drenagem de recursos para organizações, partidos e políticos de esquerda em várias partes do mundo, dos Estados Unidos, passando pela Hungria até chegar ao Brasil.
Dias atrás, foi noticiado que Soros fez nos últimos anos doações que somaram US$ 18 bilhões para a sua organização Open Society Foundations, nome inspirado no famoso livro A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos (volumes 1 e 2), de Karl Popper, que deve estar se revirando no túmulo em virtude da homenagem.

Até mesmo para Soros essa doação para a sua própria fundação é algo impressionante e mostra a seriedade com que ele encara o trabalho desenvolvido pela Open Society. Como salientou o jornal de esquerda The New York Times, foi uma das maiores doações de dinheiro já feitas por um doador privado para uma única instituição nos Estados Unidos. Isso significa que haverá verba ainda mais farta para as esquerdas nativas potencializarem o trabalho revolucionário que já desenvolvem.
Nos Estados Unidos, há anos Soros é um dos maiores doadores do Partido Democrata. Na eleição presidencial passada, investiu muito dinheiro na campanha da candidata Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Donald Trump. A vitória de Trump acendeu o alerta vermelho da organização, que passou a trabalhar com um “novo senso de urgência”, segundo disse ao New York Times o vice-presidente da entidade, Patrick Gaspard.

Aqueles documentos vazados no ano passado pelos sites Wikileaks e DC Leaks que eu mencionei mostraram o grau de influência de Soros sobre Hillary e o Partido Democrata, que receberam ambos cerca de US$ 25 milhões do bilionário para a eleição de 2016. Soros é, aliás, um dos maiores doadores de toda a carreira política de Hillary.

Como esse tipo de apoio nunca sai de graça e quem decide fazer o pacto uma hora terá de prestar contas a Mefistófeles (obrigado, Goethe), um dos e-mails vazados revelou que Soros, mediante um representante, enviou instruções a Hillary, então secretária de Estado do governo de Barack Obama, para intervir na política da Albânia, país onde ele tem negócios. Três dias depois da mensagem, o nome sugerido por Soros, Miroslav Lajcak, foi enviado pela União Europeia para mediar o conflito entre os rivais políticos albaneses.
Investindo o seu dinheiro de forma estratégica, Soros também teria orientado políticos do Partido Democrata para fazer valer seus interesses dentro e fora dos Estados Unidos, além de ter tentado manipular eleições na Europa. Ainda segundo os documentos vazados, através da Open Society, o bilionário financiou entidades em várias partes do mundo.
No Brasil e em outros países da América Latina, a Open Society injeta cerca de US$ 37 milhões por ano. A Fundação Ford, igualmente notória por financiar esquerdistas ao redor do mundo, destina US$ 25 milhões para organizações de esquerda de países latino-americanos.

Esse dinheiro só vai, porém, para iniciativas que atendam o grande projeto global de revolução social financiado por Soros, o que significa promover o aborto, a legalização das drogas e ataques sistemáticos a todos os costumes, tradições e instituições sociais que de alguma maneira ainda protegem a sociedade brasileira da ação revolucionária. Por isso, o apoio cada vez maior a grupos que usam o termo “mídia independente” para desenvolver de forma radical e inclusive pressionar o trabalho realizado pela grande imprensa.
Um desses projetos é a Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), que ficou conhecida nas manifestações de 2013 dizendo-se independente, mas que havia recebido US$ 80 mil da Open Society. Vinculado ao Fora do Eixo, entidade chefiada por Pablo Capilé, a Mídia Ninja inaugurou na semana passada a sua nova sede na região central de São Paulo. Para legitimar seu trabalho, reuniu a fauna e a flora artística de esquerda. Foi nesse evento que Caetano Veloso tentou ser humorista: “Algum conservadorismo é necessário. Pode não ser desejável, mas é necessário”. O cantor e compositor inaugurou com a frase um novo ofício: bedel do conservadorismo pátrio – mesmo que ele não faça ideia do que seja conservadorismo.

Outra entidade que atua na seara da produção de conteúdo é a Agência Pública, do esquerdista Leonardo Sakamoto, que em cinco anos recebeu mais de R$ 1 milhão da Open Society. É com os dólares de Soros que a Agência Pública diz realizar um “modelo de jornalismo sem fins lucrativos para manter a independência”. Independência similar à da Mídia Ninja. Sakamoto é autor da célebre frase metafísica: “o que define uma mulher não é o que ela tem ou teve entre as pernas”.

Mas nessa relação entre imprensa, tevê e organizações financiadas por George Soros, destaca-se Ronaldo Lemos, comentarista da Globonews, cofundador e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). O ITS Rio recebeu da Open Society US$ 350 mil entre 2014 e 2015. Lemos foi talvez o nome mais conhecido na elaboração e defesa do Marco Civil da Internet, que abriu a possibilidade de regulação e de controle pelo Estado e que foi usado pela Justiça como fundamento jurídico para suspender o aplicativo WhatsApp.
Outro destaque é a também comentarista da Globonews (e voz cada vez mais conhecida na defesa da legalização das drogas) Ilona Szabó de Carvalho, diretora-executiva e coordenadora do Programa de Políticas sobre Drogas do Instituto Igarapé. Também financiado pela Open Society, o Igarapé recebeu mais de R$ 670 mil entre 2014 e 2015.

Em abril de 2015, aliás, houve um evento simbólico dessa relação: Ilona organizou junto com Pedro Abramovay, sobre quem falarei mais adiante, um jantar para George Soros no apartamento do casal Florencia Fontan Balestra e Fabiano Robalinho Cavalcanti, ambos do Instituto Igarapé. O encontro reuniu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jorge Paulo Lemann (3G Capital), David Feffer (Grupo Suzano), Celso Lafer (advogado e professor), Guilherme Leal (Natura), Ricardo Marino (Itaú-Unibanco), Olavo Monteiro de Carvalho (Grupo Monteiro Aranha), Luciano Huck, Carlos Jereissati (Grupo Jereissati), Raphael Klein (Casas Bahia e Kviv Ventures) e Beatriz Gerdau (Grupo Gerdau). Nesse jantar no Rio de Janeiro, Soros falou sobre a cultura da filantropia, o que significa que ele falou sobre a sua cultura de filantropia para pessoas muito influentes e com muito dinheiro. Além disso, ele participou de um seminário sobre drogas.
Ainda sobre o ITS Rio, junto com Ronaldo Lemos integram a equipe Eliane Costa, que foi gerente de patrocínio da Petrobras de 2003 a 2012 (ou seja, durante todo o governo Lula); Lucia Nader, que é Fellow da Open Society; e Ana Toni, que integra o conselho editorial do jornal socialista Le Monde Diplomatique Brasil e que atuou como diretora da Fundação Ford no Brasil de 2003 a 2011 (quase o mesmo período em que sua colega trabalhou na Petrobras).

A drenagem dos recursos de Soros também alimenta entidades criadas por aquelas já financiadas pela Open Society. O ITS Rio, por exemplo, criou o site Mudamos.org, que recebe dinheiro de Soros e orgulha-se de ter participado da criação do Marco Civil da Internet. O dinheiro entra por vários canais, mas converge para o mesmo duto. O idealizador do Mudamos.org é o sociólogo socialista Luiz Eduardo Soares. Ele foi secretário de Segurança Pública do governo Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, e secretário nacional de Segurança Pública do governo Lula, além de coautor do livro Elite da Tropa, que serviu de base para o filme Tropa de Elite. Soares é notório defensor da desmilitarização da Polícia Militar e da descriminalização das drogas, cuja proibição tem como consequência, segundo ele, “a criminalização da pobreza, sem reduzir a criminalidade ou o consumo de drogas”. Se a pobreza é criminalizada em função da proibição, o sociólogo está dizendo que os pobres são criminalizados por envolvimento com as drogas? Não seria esta uma posição altamente preconceituosa e falsa de alguém que se equilibra entre Karl Marx e Michel Foucault?

Outras organizações que receberam dinheiro de Soros para influenciar a sociedade brasileira para liberação das drogas foram o Movimento Viva Rio, que entre 2009 e 2014 recebeu US$ 107 mil para atuar na defesa da liberação das drogas; e o Instituto Fernando Henrique Cardoso, que recebeu US$ 111.220 entre 2015 e 2016. O ex-presidente tornou-se a voz mais famosa a defender a legalização.
Há ainda o Instituto Arapyaú, fundado por Guilherme Leal, um dos donos da empresa Natura e que, em 2010, foi candidato a vice-presidente de Marina Silva, que foi petista por 24 anos até pedir para sair em 2009. Um dos membros do conselho de governança é o petista Oded Grajew, idealizador do Fórum Social Mundial (a disneylândia do socialismo latinoamericano), ex-assessor especial do presidente Lula e coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, que recebeu US$ 500 mil da Open Society em 2014 e 2015.
A lista vai além. O projeto Alerta Democrático, que recebeu US$ 512.438 em 2014 da Open Society Foundations, tem na sua equipe o já citado petista Pedro Abramovay, que trabalhou no Ministério da Justiça nos governos Lula e Dilma e que é, vejam só, Diretor Regional para América Latina e Caribe da própria Open Society. Abramovay também foi diretor no Brasil do site de petições Avaaz, que ele definiu “como um movimento que tem princípios”, não uma rede social ou “um espaço neutro”. Por isso, só aceita petições de causas afeitas à ideologia e retira do ar qualquer petição que vá “contra os princípios do movimento”. Outro integrante da equipe do Alerta Democrático é o ex-BBB Jean Wyllys, que usa o seu mandato de deputado federal para fazer valer o projeto de engenharia social mediante mudança de comportamentos de cima para baixo pela ação do Estado.

O financiamento de organizações socialistas e comunistas por uma certa elite econômica nem é uma novidade histórica: os revolucionários russos foram financiados por grandes empresários para fazerem a revolução de 1917; os nazistas foram financiados por grandes empresários para conquistarem o poder em 1932; os petistas foram financiados por grandes empresários até conquistarem o governo federal em 2002 (a Operação Lava Jato apresenta cada dia mais a dimensão, por ora incalculável, desse financiamento).

A agenda de Soros e a das organizações de esquerda é uma só ou converge em muitos pontos, a depender da organização e do país onde está sediada. O bilionário financia projetos que se coadunam com sua visão revolucionária de mundo; os revolucionários aceitam a doação porque o dinheiro financia o seu projeto revolucionário de mudar o mundo.

O primeiro a denunciar o projeto global de Soros via financiamento de organizações de esquerda foi o professor Olavo de Carvalho, a partir do fim da década de 1990. Muitos artigos sobre o tema foram publicados no jornal O Globo e depois reunidos no livro O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, organizado por Felipe Moura Brasil e publicado pela Editora Record.
E por que Soros faz o que faz?

Algumas respostas foram dadas pelo autor de Por trás da Máscara, Flavio Morgenstern, no podcast do site Senso Incomum, e pelo também colunista da Gazeta do Povo Alexandre Borges:
“Soros é, possivelmente, o indivíduo sem cargo eletivo mais influente do mundo. (…)
George Soros se vê como um missionário das próprias utopias e não conhece limites para usar sua fortuna quase sem paralelo para influenciar a política, a imprensa e a opinião pública em diversos países, especialmente os EUA. Como ele mesmo disse, ‘minha principal diferença de outros com uma quantidade de recursos acumulados parecida com a minha é que não tenho muito uso pessoal para o dinheiro, meu principal interesse é em ideias. (…)

A Open Society é uma ONG bilionária destinada a influenciar a opinião pública e a política no mundo. Ela está presente em mais de 70 países é tão poderosa que, em alguns regimes, é considerada um ‘governo informal’. Nos EUA, mantém o poderosíssimo Media Matters, que dá o tom de praticamente toda a imprensa americana, além de ser o principal financiador do The Huffington Post, um ícone da esquerda mundial. (…)

O número de fundações, ONGs, sindicatos e veículos de comunicação que recebem dinheiro de George Soros ou de suas fundações é tão vasto que só um incansável pesquisador como David Horowitz para catalogar e publicar no seu portal Discover the Networks. Se você tiver curiosidade, é só clicar aqui.”

Depois de descobrir qual é a agenda dessas organizações, quem as representa e as financia, e a influência que exercem na política, na economia e na opinião pública no Brasil, cabe a você refletir se aquilo que você pensa sobre desarmamento, liberação das drogas, desmilitarização da PM, democracia e outros temas é o resultado de uma análise genuína baseada em informações precisas ou uma mera repetição de discursos ideológicos previamente criados por esses revolucionários financiados pelo grande capital que costumam criticar.

Porque as agendas políticas que hoje despertam paixões, que provocam “polêmicas” e discussões nas redes sociais são muitas vezes o resultado de um trabalho muito bem articulado de instituições e personagens que nem sempre aparecem ou que aparecem como especialistas imparciais. Convém ter isso em mente e estar sempre alerta antes de defender determinadas posições e de agir como inocente útil de uma ideologia e de um projeto político tão ocultos quanto infames. Não se enganem: hoje, em qualquer canto onde haja um projeto revolucionário, George Soros está lá.
Não acho que soros tenha uma ideologia baseada nas ideias de Foucault, de Marx pode até ser.
Não sabia da existência de Soros.

Se não me engano Foucault era bastante critico, falava muito mal, da esquerda latina americana. Defendia a esquerda soviética que segundo ele, tornou um país extremamente pobre e coberto por gelo a rivalizar em diversas áreas com os estados unidos que produzia na época cerca de 80% do petróleo mundial, também era bastante contra ao modelo “ditadura militar” adotada por todos os países socialistas, inclusive a Rússia. Os Fora do Eixo, Mídia Ninja e o Foro de São Paulo são as três maiores instituições de esquerda da America latina, segundo o texto, financiadas por Soros e são quase que exemplo do modelo falido da esquerda latino americana que Foucault falava.

No mais concordo com tudo em gênero numero e grau. Claro sem ter certeza dos exemplos que foram financiados.
Entra no link, la tem todas as fontes em hyperlink e de absolutamente tudo que foi descrito. Puta trabalho do Garschagen

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LuanAraujo
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por LuanAraujo » 24 Out 2017, 20:28

Diego escreveu:
20 Out 2017, 18:35
Mr.R escreveu:
20 Out 2017, 14:24
É difícil derrubar o Aécio. O cara deve ter alguma coisa para ser tão querido pelo Senado e congresso.
Tem Gravação, assessor e primo pegando a propina, delação e mesmo assim vai continuar como Senador. Em qualquer país minimamente sério ele já estaria preso. Mas é nada surpreendente, nosso presidente usa misturador de voz para poder combinar as falcatruas dele em paz.
Não é bem assim não, o senador democrata por New Jersey, Robert Menendez, está no meio de um julgamento por corrupção e não foi afastado nem cassado.

https://www.washingtonpost.com/world/na ... story.html

http://www.nj.com/politics/index.ssf/20 ... _jury.html

Não é só no Brasil não. :nao:
Diego é foda

Acaba com o argumento de qlq um
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Wagnersac
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Wagnersac » 24 Out 2017, 20:39

LuanAraujo escreveu:
24 Out 2017, 20:28
Diego escreveu:
20 Out 2017, 18:35
Mr.R escreveu:
20 Out 2017, 14:24
É difícil derrubar o Aécio. O cara deve ter alguma coisa para ser tão querido pelo Senado e congresso.
Tem Gravação, assessor e primo pegando a propina, delação e mesmo assim vai continuar como Senador. Em qualquer país minimamente sério ele já estaria preso. Mas é nada surpreendente, nosso presidente usa misturador de voz para poder combinar as falcatruas dele em paz.
Não é bem assim não, o senador democrata por New Jersey, Robert Menendez, está no meio de um julgamento por corrupção e não foi afastado nem cassado.

https://www.washingtonpost.com/world/na ... story.html

http://www.nj.com/politics/index.ssf/20 ... _jury.html

Não é só no Brasil não. :nao:
Diego é foda

Acaba com o argumento de qlq um
Diego? Aquele que defendeu o PMDB fluminense com unhas e dentes até a casa cair de forma irremediável???

Sei...
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por LuanAraujo » 24 Out 2017, 23:58

Wagnersac escreveu:
24 Out 2017, 20:39
LuanAraujo escreveu:
24 Out 2017, 20:28
Diego escreveu:
20 Out 2017, 18:35


Não é bem assim não, o senador democrata por New Jersey, Robert Menendez, está no meio de um julgamento por corrupção e não foi afastado nem cassado.

https://www.washingtonpost.com/world/na ... story.html

http://www.nj.com/politics/index.ssf/20 ... _jury.html

Não é só no Brasil não. :nao:
Diego é foda

Acaba com o argumento de qlq um
Diego? Aquele que defendeu o PMDB fluminense com unhas e dentes até a casa cair de forma irremediável???

Sei...
Não que eu concorde com ele, mas ele tem uma lábia invejável
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zcpinheiro
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por zcpinheiro » 25 Out 2017, 10:19

Cheder escreveu:
24 Out 2017, 20:24
zcpinheiro escreveu:
24 Out 2017, 17:47
Cheder escreveu:
24 Out 2017, 16:07
Artigo espetacular do Bruno Garschagen sobre a engenharia social propagada pelo globalista George Soros. Links das fontes na matéria.

http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/br ... rasileira/

George Soros, o financiador da esquerda brasileira

Quando, jovem e tardiamente, comecei a interessar-me pelo que acontecia no Brasil e no mundo, era pela imprensa que eu buscava informação e análise. Jornais, revistas e televisão eram as minhas fontes. Se os meios de comunicação e os seus comentaristas eram disfarçadamente parciais, política e ideologicamente engajados, tal me escapava. Tamanha era força da imprensa e do mito da imparcialidade que leitores como eu, o leitor médio, éramos incapazes de identificar qualquer viés político de esquerda no conteúdo que nos era apresentado. O que lá estava escrito nas publicações ou dito em imagens na tevê era, portanto, a representação fiel da realidade.

Com o passar dos anos, era natural que eu e tantos outros achássemos que nossas opiniões individuais eram nossas e não, como de fato eram, meras reproduções da posição política de jornalistas, comentaristas, enfim, de toda a fauna conhecida como formadora de opinião.
Quando os diretores e operários de esquerda da imprensa brasileira decidiam que tal e qual assunto deveria ser objeto de exposição pública e debate, expunham-no de uma maneira que o conteúdo direcionasse e definisse a opinião do leitor ou do espectador. Ao esconder-se sob o falso manto da imparcialidade, a empresa jornalística enganava os seus consumidores ao maquiar a forma de apresentar a informação e ao colocar especialistas de esquerda que defendiam a sua visão de mundo como se ambas, opinião e visão de mundo de esquerda, fossem a verdade e não a sua imitação fraudulenta.

Se até poucos anos atrás essa postura passava incólume, hoje, graças ao bom Deus, uma parcela cada vez mais numerosa da sociedade brasileira está sendo exposta a essa imitação fraudulenta da verdade empreendida por parte da grande imprensa e de organizações cada vez mais atuantes naquilo que se chama de debate público, que nada mais é, como sempre disse um amigo, debate publicado.
Os representantes dessas organizações têm uma espécie de sala VIP em grandes jornais e emissoras de tevê. Não importa o que digam e defendam, contam sempre com a valiosa ajuda dos grandes canais de comunicação e assim também conseguem influenciar a produção artística das empresas, como programas de auditório, séries e novelas. Dessa forma, o telespectador é submetido a uma grade de programação revolucionária que gradualmente faz cumprir o seu intento de destruir a imaginação moral, de mudar mentalidades e, portanto, a sociedade.

Várias dessas entidades que gozam de prestígio na tevê e na grande imprensa brasileira são financiadas por um bilionário húngaro-americano que tem como objetivo promover uma engenharia social mundial que atenda a sua agenda ideológica e empresarial. Para isso, George Soros não economiza dinheiro nem esforços. Graças aos vazamentos de documentos feitos no ano passado pelo Wikileaks e pelo DC Leaks foi possível constatar a dimensão, ainda que parcial, dessa drenagem de recursos para organizações, partidos e políticos de esquerda em várias partes do mundo, dos Estados Unidos, passando pela Hungria até chegar ao Brasil.
Dias atrás, foi noticiado que Soros fez nos últimos anos doações que somaram US$ 18 bilhões para a sua organização Open Society Foundations, nome inspirado no famoso livro A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos (volumes 1 e 2), de Karl Popper, que deve estar se revirando no túmulo em virtude da homenagem.

Até mesmo para Soros essa doação para a sua própria fundação é algo impressionante e mostra a seriedade com que ele encara o trabalho desenvolvido pela Open Society. Como salientou o jornal de esquerda The New York Times, foi uma das maiores doações de dinheiro já feitas por um doador privado para uma única instituição nos Estados Unidos. Isso significa que haverá verba ainda mais farta para as esquerdas nativas potencializarem o trabalho revolucionário que já desenvolvem.
Nos Estados Unidos, há anos Soros é um dos maiores doadores do Partido Democrata. Na eleição presidencial passada, investiu muito dinheiro na campanha da candidata Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Donald Trump. A vitória de Trump acendeu o alerta vermelho da organização, que passou a trabalhar com um “novo senso de urgência”, segundo disse ao New York Times o vice-presidente da entidade, Patrick Gaspard.

Aqueles documentos vazados no ano passado pelos sites Wikileaks e DC Leaks que eu mencionei mostraram o grau de influência de Soros sobre Hillary e o Partido Democrata, que receberam ambos cerca de US$ 25 milhões do bilionário para a eleição de 2016. Soros é, aliás, um dos maiores doadores de toda a carreira política de Hillary.

Como esse tipo de apoio nunca sai de graça e quem decide fazer o pacto uma hora terá de prestar contas a Mefistófeles (obrigado, Goethe), um dos e-mails vazados revelou que Soros, mediante um representante, enviou instruções a Hillary, então secretária de Estado do governo de Barack Obama, para intervir na política da Albânia, país onde ele tem negócios. Três dias depois da mensagem, o nome sugerido por Soros, Miroslav Lajcak, foi enviado pela União Europeia para mediar o conflito entre os rivais políticos albaneses.
Investindo o seu dinheiro de forma estratégica, Soros também teria orientado políticos do Partido Democrata para fazer valer seus interesses dentro e fora dos Estados Unidos, além de ter tentado manipular eleições na Europa. Ainda segundo os documentos vazados, através da Open Society, o bilionário financiou entidades em várias partes do mundo.
No Brasil e em outros países da América Latina, a Open Society injeta cerca de US$ 37 milhões por ano. A Fundação Ford, igualmente notória por financiar esquerdistas ao redor do mundo, destina US$ 25 milhões para organizações de esquerda de países latino-americanos.

Esse dinheiro só vai, porém, para iniciativas que atendam o grande projeto global de revolução social financiado por Soros, o que significa promover o aborto, a legalização das drogas e ataques sistemáticos a todos os costumes, tradições e instituições sociais que de alguma maneira ainda protegem a sociedade brasileira da ação revolucionária. Por isso, o apoio cada vez maior a grupos que usam o termo “mídia independente” para desenvolver de forma radical e inclusive pressionar o trabalho realizado pela grande imprensa.
Um desses projetos é a Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), que ficou conhecida nas manifestações de 2013 dizendo-se independente, mas que havia recebido US$ 80 mil da Open Society. Vinculado ao Fora do Eixo, entidade chefiada por Pablo Capilé, a Mídia Ninja inaugurou na semana passada a sua nova sede na região central de São Paulo. Para legitimar seu trabalho, reuniu a fauna e a flora artística de esquerda. Foi nesse evento que Caetano Veloso tentou ser humorista: “Algum conservadorismo é necessário. Pode não ser desejável, mas é necessário”. O cantor e compositor inaugurou com a frase um novo ofício: bedel do conservadorismo pátrio – mesmo que ele não faça ideia do que seja conservadorismo.

Outra entidade que atua na seara da produção de conteúdo é a Agência Pública, do esquerdista Leonardo Sakamoto, que em cinco anos recebeu mais de R$ 1 milhão da Open Society. É com os dólares de Soros que a Agência Pública diz realizar um “modelo de jornalismo sem fins lucrativos para manter a independência”. Independência similar à da Mídia Ninja. Sakamoto é autor da célebre frase metafísica: “o que define uma mulher não é o que ela tem ou teve entre as pernas”.

Mas nessa relação entre imprensa, tevê e organizações financiadas por George Soros, destaca-se Ronaldo Lemos, comentarista da Globonews, cofundador e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). O ITS Rio recebeu da Open Society US$ 350 mil entre 2014 e 2015. Lemos foi talvez o nome mais conhecido na elaboração e defesa do Marco Civil da Internet, que abriu a possibilidade de regulação e de controle pelo Estado e que foi usado pela Justiça como fundamento jurídico para suspender o aplicativo WhatsApp.
Outro destaque é a também comentarista da Globonews (e voz cada vez mais conhecida na defesa da legalização das drogas) Ilona Szabó de Carvalho, diretora-executiva e coordenadora do Programa de Políticas sobre Drogas do Instituto Igarapé. Também financiado pela Open Society, o Igarapé recebeu mais de R$ 670 mil entre 2014 e 2015.

Em abril de 2015, aliás, houve um evento simbólico dessa relação: Ilona organizou junto com Pedro Abramovay, sobre quem falarei mais adiante, um jantar para George Soros no apartamento do casal Florencia Fontan Balestra e Fabiano Robalinho Cavalcanti, ambos do Instituto Igarapé. O encontro reuniu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jorge Paulo Lemann (3G Capital), David Feffer (Grupo Suzano), Celso Lafer (advogado e professor), Guilherme Leal (Natura), Ricardo Marino (Itaú-Unibanco), Olavo Monteiro de Carvalho (Grupo Monteiro Aranha), Luciano Huck, Carlos Jereissati (Grupo Jereissati), Raphael Klein (Casas Bahia e Kviv Ventures) e Beatriz Gerdau (Grupo Gerdau). Nesse jantar no Rio de Janeiro, Soros falou sobre a cultura da filantropia, o que significa que ele falou sobre a sua cultura de filantropia para pessoas muito influentes e com muito dinheiro. Além disso, ele participou de um seminário sobre drogas.
Ainda sobre o ITS Rio, junto com Ronaldo Lemos integram a equipe Eliane Costa, que foi gerente de patrocínio da Petrobras de 2003 a 2012 (ou seja, durante todo o governo Lula); Lucia Nader, que é Fellow da Open Society; e Ana Toni, que integra o conselho editorial do jornal socialista Le Monde Diplomatique Brasil e que atuou como diretora da Fundação Ford no Brasil de 2003 a 2011 (quase o mesmo período em que sua colega trabalhou na Petrobras).

A drenagem dos recursos de Soros também alimenta entidades criadas por aquelas já financiadas pela Open Society. O ITS Rio, por exemplo, criou o site Mudamos.org, que recebe dinheiro de Soros e orgulha-se de ter participado da criação do Marco Civil da Internet. O dinheiro entra por vários canais, mas converge para o mesmo duto. O idealizador do Mudamos.org é o sociólogo socialista Luiz Eduardo Soares. Ele foi secretário de Segurança Pública do governo Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, e secretário nacional de Segurança Pública do governo Lula, além de coautor do livro Elite da Tropa, que serviu de base para o filme Tropa de Elite. Soares é notório defensor da desmilitarização da Polícia Militar e da descriminalização das drogas, cuja proibição tem como consequência, segundo ele, “a criminalização da pobreza, sem reduzir a criminalidade ou o consumo de drogas”. Se a pobreza é criminalizada em função da proibição, o sociólogo está dizendo que os pobres são criminalizados por envolvimento com as drogas? Não seria esta uma posição altamente preconceituosa e falsa de alguém que se equilibra entre Karl Marx e Michel Foucault?

Outras organizações que receberam dinheiro de Soros para influenciar a sociedade brasileira para liberação das drogas foram o Movimento Viva Rio, que entre 2009 e 2014 recebeu US$ 107 mil para atuar na defesa da liberação das drogas; e o Instituto Fernando Henrique Cardoso, que recebeu US$ 111.220 entre 2015 e 2016. O ex-presidente tornou-se a voz mais famosa a defender a legalização.
Há ainda o Instituto Arapyaú, fundado por Guilherme Leal, um dos donos da empresa Natura e que, em 2010, foi candidato a vice-presidente de Marina Silva, que foi petista por 24 anos até pedir para sair em 2009. Um dos membros do conselho de governança é o petista Oded Grajew, idealizador do Fórum Social Mundial (a disneylândia do socialismo latinoamericano), ex-assessor especial do presidente Lula e coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, que recebeu US$ 500 mil da Open Society em 2014 e 2015.
A lista vai além. O projeto Alerta Democrático, que recebeu US$ 512.438 em 2014 da Open Society Foundations, tem na sua equipe o já citado petista Pedro Abramovay, que trabalhou no Ministério da Justiça nos governos Lula e Dilma e que é, vejam só, Diretor Regional para América Latina e Caribe da própria Open Society. Abramovay também foi diretor no Brasil do site de petições Avaaz, que ele definiu “como um movimento que tem princípios”, não uma rede social ou “um espaço neutro”. Por isso, só aceita petições de causas afeitas à ideologia e retira do ar qualquer petição que vá “contra os princípios do movimento”. Outro integrante da equipe do Alerta Democrático é o ex-BBB Jean Wyllys, que usa o seu mandato de deputado federal para fazer valer o projeto de engenharia social mediante mudança de comportamentos de cima para baixo pela ação do Estado.

O financiamento de organizações socialistas e comunistas por uma certa elite econômica nem é uma novidade histórica: os revolucionários russos foram financiados por grandes empresários para fazerem a revolução de 1917; os nazistas foram financiados por grandes empresários para conquistarem o poder em 1932; os petistas foram financiados por grandes empresários até conquistarem o governo federal em 2002 (a Operação Lava Jato apresenta cada dia mais a dimensão, por ora incalculável, desse financiamento).

A agenda de Soros e a das organizações de esquerda é uma só ou converge em muitos pontos, a depender da organização e do país onde está sediada. O bilionário financia projetos que se coadunam com sua visão revolucionária de mundo; os revolucionários aceitam a doação porque o dinheiro financia o seu projeto revolucionário de mudar o mundo.

O primeiro a denunciar o projeto global de Soros via financiamento de organizações de esquerda foi o professor Olavo de Carvalho, a partir do fim da década de 1990. Muitos artigos sobre o tema foram publicados no jornal O Globo e depois reunidos no livro O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, organizado por Felipe Moura Brasil e publicado pela Editora Record.
E por que Soros faz o que faz?

Algumas respostas foram dadas pelo autor de Por trás da Máscara, Flavio Morgenstern, no podcast do site Senso Incomum, e pelo também colunista da Gazeta do Povo Alexandre Borges:
“Soros é, possivelmente, o indivíduo sem cargo eletivo mais influente do mundo. (…)
George Soros se vê como um missionário das próprias utopias e não conhece limites para usar sua fortuna quase sem paralelo para influenciar a política, a imprensa e a opinião pública em diversos países, especialmente os EUA. Como ele mesmo disse, ‘minha principal diferença de outros com uma quantidade de recursos acumulados parecida com a minha é que não tenho muito uso pessoal para o dinheiro, meu principal interesse é em ideias. (…)

A Open Society é uma ONG bilionária destinada a influenciar a opinião pública e a política no mundo. Ela está presente em mais de 70 países é tão poderosa que, em alguns regimes, é considerada um ‘governo informal’. Nos EUA, mantém o poderosíssimo Media Matters, que dá o tom de praticamente toda a imprensa americana, além de ser o principal financiador do The Huffington Post, um ícone da esquerda mundial. (…)

O número de fundações, ONGs, sindicatos e veículos de comunicação que recebem dinheiro de George Soros ou de suas fundações é tão vasto que só um incansável pesquisador como David Horowitz para catalogar e publicar no seu portal Discover the Networks. Se você tiver curiosidade, é só clicar aqui.”

Depois de descobrir qual é a agenda dessas organizações, quem as representa e as financia, e a influência que exercem na política, na economia e na opinião pública no Brasil, cabe a você refletir se aquilo que você pensa sobre desarmamento, liberação das drogas, desmilitarização da PM, democracia e outros temas é o resultado de uma análise genuína baseada em informações precisas ou uma mera repetição de discursos ideológicos previamente criados por esses revolucionários financiados pelo grande capital que costumam criticar.

Porque as agendas políticas que hoje despertam paixões, que provocam “polêmicas” e discussões nas redes sociais são muitas vezes o resultado de um trabalho muito bem articulado de instituições e personagens que nem sempre aparecem ou que aparecem como especialistas imparciais. Convém ter isso em mente e estar sempre alerta antes de defender determinadas posições e de agir como inocente útil de uma ideologia e de um projeto político tão ocultos quanto infames. Não se enganem: hoje, em qualquer canto onde haja um projeto revolucionário, George Soros está lá.
Não acho que soros tenha uma ideologia baseada nas ideias de Foucault, de Marx pode até ser.
Não sabia da existência de Soros.

Se não me engano Foucault era bastante critico, falava muito mal, da esquerda latina americana. Defendia a esquerda soviética que segundo ele, tornou um país extremamente pobre e coberto por gelo a rivalizar em diversas áreas com os estados unidos que produzia na época cerca de 80% do petróleo mundial, também era bastante contra ao modelo “ditadura militar” adotada por todos os países socialistas, inclusive a Rússia. Os Fora do Eixo, Mídia Ninja e o Foro de São Paulo são as três maiores instituições de esquerda da America latina, segundo o texto, financiadas por Soros e são quase que exemplo do modelo falido da esquerda latino americana que Foucault falava.

No mais concordo com tudo em gênero numero e grau. Claro sem ter certeza dos exemplos que foram financiados.
Entra no link, la tem todas as fontes em hyperlink e de absolutamente tudo que foi descrito. Puta trabalho do Garschagen
Minha critica é só a afirmação de que Soros segue as ideias de Foucault.

Foucault falava que a esquerda latino americana era falida, que estava completamente errada.
Foucault é pensador da esquerda francesa, canadense, norueguesa.... Que para estes grupos são de direita.
Ele até via alguns pontos positivos na esquerda soviética mas era extremamente critico.
Segundo Foucault a reforma agraria da URSS foi feita por Stalin, matando todos os proprietários de terras produtivas e seus descendentes, para assim o estado assumir a posse da terra e com isso ele matou mais gente que na segunda guerra.


O discurso de esquerda de Foucault era um discurso de esquerda pós-guerra, que hoje possivelmente nem seria considerado de esquerda.

O que discordo é do comentário de quem escreveu o texto, que coloquei agora em negrito.
Pois passa uma false impressão das ideias de Foucault, para quem não leu Foucault.

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Klaus » 25 Out 2017, 12:32

Eu acredito ser muita ingenuidade acreditar que os grandes bilionários do mercado mundial sejam movidos por ideologia. Por definição, os caras são movidos por grana. Me desculpem mas não consigo levar a sério. Sim, eu sei que o Soros financia infinitos grupos de mesma ideologia, mas para mim não tem nenhuma relação com o que ele acredita, mas com o que ele ganha fazendo tudo isso. Será que ele é a favor da liberação das drogas porque gosta de fumar unzinho ou porque está de olho no bilionário mercado da maconha? Ou ainda, será que já não domina parte do narcotráfico e busca estabilidade para o seu negócio?
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por edu_vascao » 25 Out 2017, 14:34

Temer passando mal e foi pro hospital do exercito

Nao era a intervencao militar q eu imaginava mas ta valendo...tomara q os militares salvem (o pais)...
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Diego » 25 Out 2017, 16:26

Wagnersac escreveu:
24 Out 2017, 20:39
LuanAraujo escreveu:
24 Out 2017, 20:28
Diego escreveu:
20 Out 2017, 18:35


Não é bem assim não, o senador democrata por New Jersey, Robert Menendez, está no meio de um julgamento por corrupção e não foi afastado nem cassado.

https://www.washingtonpost.com/world/na ... story.html

http://www.nj.com/politics/index.ssf/20 ... _jury.html

Não é só no Brasil não. :nao:
Diego é foda

Acaba com o argumento de qlq um
Diego? Aquele que defendeu o PMDB fluminense com unhas e dentes até a casa cair de forma irremediável???

Sei...
Deixem Cabralzinho fora disso. :cheesy:

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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Cheder » 25 Out 2017, 16:58

Klaus escreveu:
25 Out 2017, 12:32
Eu acredito ser muita ingenuidade acreditar que os grandes bilionários do mercado mundial sejam movidos por ideologia. Por definição, os caras são movidos por grana. Me desculpem mas não consigo levar a sério. Sim, eu sei que o Soros financia infinitos grupos de mesma ideologia, mas para mim não tem nenhuma relação com o que ele acredita, mas com o que ele ganha fazendo tudo isso. Será que ele é a favor da liberação das drogas porque gosta de fumar unzinho ou porque está de olho no bilionário mercado da maconha? Ou ainda, será que já não domina parte do narcotráfico e busca estabilidade para o seu negócio?
A curto prazo ele não ganha dinheiro, pode ter certeza, ele perde e muito. Mas o negócio não é dinheiro, é poder

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Klaus
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Re: POLÍTICA NACIONAL X

Mensagem por Klaus » 25 Out 2017, 18:02

Cheder escreveu:
25 Out 2017, 16:58
Klaus escreveu:
25 Out 2017, 12:32
Eu acredito ser muita ingenuidade acreditar que os grandes bilionários do mercado mundial sejam movidos por ideologia. Por definição, os caras são movidos por grana. Me desculpem mas não consigo levar a sério. Sim, eu sei que o Soros financia infinitos grupos de mesma ideologia, mas para mim não tem nenhuma relação com o que ele acredita, mas com o que ele ganha fazendo tudo isso. Será que ele é a favor da liberação das drogas porque gosta de fumar unzinho ou porque está de olho no bilionário mercado da maconha? Ou ainda, será que já não domina parte do narcotráfico e busca estabilidade para o seu negócio?
A curto prazo ele não ganha dinheiro, pode ter certeza, ele perde e muito. Mas o negócio não é dinheiro, é poder
Há várias formas de poder. Poder econômico ele já tem. E na esmagadora maioria dos países o poder econômico se converte em poder político.
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